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Galvan acusa PF de querer “intimidá-lo” por conta do movimento 7 de setembro

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O Presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Antônio Galvan, foi alvo de um mandado de busca e apreensão em sua residência, em Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá), na manhã desta sexta-feira (20). Policiais federais estiveram no local cumprindo determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga eventual crime de incitação popular para a prática de atos violentos contra a democracia e membros dos Poderes. 

Conforme informações, Galvan não estava em casa. Disse ainda que está em viagem e que por isso, a filha dele foi quem recebeu os policiais. Ressaltou que a apreensão nada tem a ver com seu cargo de presidente da Aprosoja e sim, com sua participação no Movimento Brasil Verde e Amarelo.  

“A gente vai se manifestar por esses tipos de abuso. Se eles acham que isso vai nos intimidar, pelo contrário. Acho que isso vai fazer com que a manifestação de 7 de setembro seja maior ainda”, disse. 

Apesar de não ter informado a localidade em que se encontra, equipes da PF ainda estão atrás de Antônio. Da casa dele, que foi apenas ‘vasculhada’, nada teria sido levado do local. 

Ao portal Mídia News, o produtor rural confirmou que os agentes estiveram na sua casa hoje cedo, mas não encontraram nada.  

“Não levaram nada, não tem nada pra encontrar. Só foram lá, olharam, saíram de boa”, disse.

Galvan considerou a ação como uma “intimidação pura” contra o movimento do dia 7 de setembro e declarou que agora o movimento “vai pegar fogo”. 

De acordo com a assessoria de imprensa da PF, os mandados foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes e atingem o Distrito Federal, além de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná.

Além de Galvan, o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) e o cantor Sérgio Reis, que convocou caminhoneiros atos antidemocráticos contra o STF, também são alvos da ação. 

“Mídia News”

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Foragido por homicídio ocorrido há cinco anos em Cuiabá é preso em MS

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

Um foragido por um homicídio ocorrido há quase seis anos, em Cuiabá, foi preso nesta quinta-feira (27.01), em Mato Grosso do Sul, após trabalho investigativo da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa da Capital para localizá-lo.

A.LA., de 65 anos, foi localizado em Campo Grande, após apuração da equipe do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Homicídios de Cuiabá, que entrou em contato com a Polícia Civil do estado vizinho, que então realizou a prisão do foragido.

Em 2018, a DHPP deflagrou uma operação para prendê-lo e desde então, o autor do crime fugiu para Mato Grosso do Sul. Ao ser preso nesta quinta-feira, ele apresentou, inicialmente, um nome falso.

O crime ocorreu em agosto de 2016, no bairro Nova Esperança 2, na região do Distrito Industrial de Cuiabá. A vítima, Júlio César Barbosa Marinho, era usuária de drogas e supostamente havia furtado a oficina mecânica do autor do crime que, então, ameaçou o rapaz de morte e depois cometeu o crime. A vítima era filho de um vizinho do autor do crime.

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Outra prisão

Na quarta-feira (26), a atuação do Núcleo de Inteligência da DHPP da Capital possibilitou a localização de um foragido da Justiça de Santa Catarina. L.M. estava com mandado de prisão decretado pela Comarca de Concórdia por tráfico de drogas.

A Polícia Civil catarinense solicitou apoio da DHPP e após contato com a Delegacia de Juína, foi possível localizar o foragido na cidade e realizar o cumprimento do mandado. Ele era procurado há anos pela polícia de Santa Catarina e se escondeu no noroeste de Mato Grosso.

Fonte: PJC MT

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