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Em novo depoimento na Delegacia, o autor confessou que era ele no vídeo de sexo com a adolescente e que foi ele quem registrou o vídeo, porém não teria divulgado nas redes sociais. Também alega que acreditava que a adolescente teria 18 (dezoito) anos no momento da conjunção carnal.

Empresário foragido que tentou ocultar vídeo de sexo com adolescente é preso pela Polícia Civil em Peixoto de Azevedo

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POLÍCIA

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Peixoto de Azevedo, deu cumprimento a mandado de prisão preventiva nesta quarta-feira (07) o empresário de 28 anos, investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, registro de cena de sexo explícito envolvendo adolescente menor de 14 anos e fraude processual.

O autor estava foragido há cerca de 1 (um) mês por ter registrado e divulgado vídeo de sexo com adolescente nas redes sociais do Instagram e do WhatsApp.

O caso tomou repercussão, após os policiais civis terem cumprido ordem judicial de busca e apreensão na loja do empresário. Todavia, ele tentou ludibriar os investigadores entregando um celular defeituoso no momento da busca e apreensão.

O fato teria sido descoberto, em razão do autor ter no perfil do Instagram uma foto utilizando um celular modelo Iphone, sendo que o celular apresentado pelo autor teria sido um modelo Samsung SMA3156.

Depoimento

Em novo depoimento na Delegacia, o autor confessou que era ele no vídeo de sexo com a adolescente e que foi ele quem registrou o vídeo, porém não teria divulgado nas redes sociais.

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Também alega que acreditava que a adolescente teria 18 (dezoito) anos no momento da conjunção carnal.

O empresário teve a prisão preventiva nesta manhã e, após o seu depoimento, foi encaminhado para presídio de Peixoto de Azevedo-MT.

“PJCMT”

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POLÍCIA

‘Fátima de Tubarão’, bolsonarista filmada dentro do Planalto, é presa em operação da Policia Federal

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Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, de 67 anos, conhecida como “Fátima de Tubarão”, em referência à cidade do sul de Santa Catarina onde vive, está entre as pessoas presas nesta sexta-feira (27) na terceira fase da operação da Lesa Pátria, que cumpre mandados em cinco estados e no Distrito Federal contra envolvidos por organizar e participar dos atos terroristas de 8 de janeiro.

Os dois mandados da operação em Santa Catarina – um de prisão e outro de busca e apreensão – foram cumpridos contra Fátima, que foi flagrada invadindo o Palácio do Planalto.

 

Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, bolsonarista radical de SC, aparece em um vídeo invadindo o Planalto — Foto: Foto: Redes Sociais/Reprodução

Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, bolsonarista radical de SC, aparece em um vídeo invadindo o Planalto — Foto: Foto: Redes Sociais/Reprodução

 

Ela não foi presa na época da invasão aos prédios do Três Poderes e, até então, não constava na lista de investigados. O g1 busca contato com a defesa dela.

Nas imagens da invasão que viralizaram nas redes sociais, ‘Fátima de Tubarão’, fala: “Vamos para a guerra, é guerra agora. Vamos pegar o Xandão agora”, fazendo referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes (assista abaixo).

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Além da referência ao ministro, Fátima declara em outro vídeo que “estava quebrando tudo”. Além do envolvimento nos atos golpistas, a idosa tem antecedentes criminais em Santa Catarina.

Ela responde a mais de um processo, tendo inclusive uma condenação por tráfico de drogas em 2014. A pena foi de 3 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão, que foi substituída por medidas restritivas de direitos. O processo está em segredo de Justiça.

Em outro caso, denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), detalha que Fátima responde por falsificação de documento e estelionato.

Em 2012, o processo narra que ela falsificou o documento de uma mulher em 2012 e realizou contratos de linhas telefônicas com a identidade falsa. O crime, conforme o documento, só veio à tona quando a vítima passou a ser cobrada pelos planos telefônicos.

Operação Lesa Pátria

Em todo o país são 11 mandados de prisão preventiva e 27 de busca e apreensão em cinco estados e no Distrito Federal.

Ainda de acordo com a PF, os fatos investigados “constituem, em tese, os crimes de”: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

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“G1”

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