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Derf apreende armas, munições e dinheiro durante operação que prendeu um dos líderes do CV em MT

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POLÍCIA

A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis (Derf) apreendeu no último fim de semana armas, munições e dinheiro em um estabelecimento comercial na região central da cidade (distante 215 quilômetros de Cuiabá).  O responsável pelo lugar ainda não foi localizado.

As apreensões são em continuidade à Operação New Life, realizada no dia 09 de julho, quando foram presas nove pessoas ligadas a uma facção criminosa. 

A equipe da Derf chegou às nove pessoas depois de iniciar a investigação para apurar a atuação de um grupo criminoso envolvido em diversos crimes praticados no município, entre eles, tráfico de drogas. Um dos presos é um dos principais líderes do Comando Vermelho (CV) na região sul do estado. 

Sete homens e duas mulheres foram autuados em flagrante e respondem por constituir organização criminosa, posse irregular de arma de fogo e munição de uso permitido, uso de documento falso e corrupção de menores. Duas das prisões são decorrentes de mandados judiciais decretados pela 5ª Vara Criminal de Rondonópolis. 

As prisões foram efetuadas em uma residência na Rodovia do Peixe, onde os policiais civis flagraram diversas pessoas em uma festa regada a muita bebida alcoólica e narguilé.

Três veículos foram apreendidos, além de armas de fogo, celulares, anotações sobre movimentação do tráfico de entorpecentes, cartões de crédito e joias. 

“OLHAR DIRETO”

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POLÍCIA

Internação completa 6 meses e começa avaliação de amiga que matou Isabele

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A adolescente, condenada pela morte da amiga Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, completa hoje (19), seis meses de internação. E, por conta disso, seguindo a sentença proferida em 19 de janeiro de 2021, pela juíza Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, ela começa a passar  por período de reavaliação. A informação foi confirmada pelo advogado de defesa de B.O.C.,15, Artur Osti

Conforme o RD NEWS apurou, o processo é automático. O centro socioeducativo envia um laudo e abre vistas para o Ministério Público se manifestar. Em seguida, a defesa se manifesta. Depois, as peças vão para o Juízo decidir pela reavaliação ou não. Essa decisão deve ocorrer durante a semana e terá como base o estudo psicossocial que é feito na Unidade. Ele é integrado por um compilado das avaliações que são feitas ao longo dos 6 meses. Todo o procedimento tramita em sigilo.

A menor foi condenada a reclusão por 3 anos no sistema socioeducativo, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 19 de janeiro deste ano, por ato infracional análogo a homicídio doloso e qualificado.

“Concerne a prioridade absoluta do intensivo estatal na proteção da criança e do adolescente, evidenciando o caráter pedagógico e responsabilizador da intervenção determinando em face da adolescente que ceifou a vida de sua amiga aos 14 anos em uma atuação que estampou frieza, hostilidade, desamor e desumanidade”, afirmou a magistrada em trecho da decisão. O documento aponta ainda que socioeducativa deve ser reavaliada semestralmente.

O crime

Isabele foi morta em 12 de julho de 2020 com um tiro na cabeça. Ela estava no banheiro da casa da família da atiradora no mesmo condomínio onde morava. Polícia Civil apurou que jovem estava no cômodo junto com Isabele com uma arma de fogo apontada para a sua cabeça e atirou a curta distância.

Investigadores concluíram que adolescente tinha consciência dos riscos de apontar a arma para a vítima e, por isso, ao menos assumiu o risco de matá-la. Delegado da Delegacia Especializada do Adolescente, Wagner Bassi, afirmou que jovem tinha conhecimento técnico para manusear uma arma por treinar tiro com o pai.

O Ministério Público Estadual acusou a amiga de matar Isabele por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso. No início de setembro pediu a internação provisória dela.

Seis dias depois, a Justiça aceitou o pedido do MPE, ordenou a internação da menina, que não chegou a ficar nem 12 horas em internação porque a Justiça concedeu habeas corpus (HC). O Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a adolescente em liberdade até a conclusão do caso, quando foi determinada a sua internação. A menor alega que a morte foi um acidente e rebate a tese de que atirou na amiga de dentro do banheiro. A defesa já entrou com vários recursos para tentar revogar a prisão, mas, por enquanto, ainda não obteve êxito.

“RD  NEWS”

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