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Mato Grosso

COSTELAS QUEBRADAS, descobrem médicos após exame em menina, de 06 anos, deficiente visual torturada por mãe e padrasto; Padrasto continua foragido

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POLÍCIA

A menina, de apenas 06 anos de idade, que foi salva pela polícia militar na última quinta feira (19/06), após sofrer tortura e permanecer em cárcere privado pela mãe e padrasto, voltou ao hospital neste domingo (18/07), pois a mesma estava sentindo muitas dores.

Após alguns exames, os médicos constataram que a menina, que também é deficiente visual, tinha algumas costelas quebradas e as fraturas seriam antigas, mas ela ainda poderia sentir algumas dores.

Ainda segundo os médico, como não tem como engessar as costelas é necessário que a família cuide da menina.

O CASO

A polícia militar foi acionada por volta das 16:30h, desta quinta-feira (15/07) em uma joalheira, na avenida Brescansin, para apurar uma denúncia de tortura contra uma criança, de 06 anos, portadora de deficiência visual, onde segundo a denúncia o padrasto da criança estaria agredindo fisicamente a menina e praticando maus-tratos contra a entrada.

Os policiais então foram ao local e quando a guarnição se aproximou da porta de entrada da joalheria, o suspeito não queria permitir a entrada da polícia fechando a porta. Diante da ação de recusa, o sargento Perin, percebendo que existia algo de errado no local, adentrou porta a dentro para verificar a denúncia, e se, no interior da loja tinha indícios do crime, conforme narrado pela denúncia. Ao ver que a polícia entrou na joalheira, o padrasto da criança fugiu do local correndo pela Avenida Brescansin em direção a Área Verde.

No interior da joalheria foi encontrada a mãe da criança, que ao perceber a presença dos policiais, saiu de dentro do banheiro e fechou a porta novamente na tentativa de esconder a criança dos policiais. Então os policiais abriram a porta do banheiro e encontraram a criança sentada no vaso sanitário, de cabeça baixa, com sangramento nas mãos, com lesões corporais cortantes e hematomas por todo corpo.

Diante dos fatos a criança foi resgatada do banheiro da loja, onde estava escondida, e o Conselho Tutelar foi acionado.

Os policiais deram voz de prisão, em flagrante, a mãe da criança por ser conivente com as agressões físicas e psicológicas causadas contra sua filha pelo padrasto, além de ter mantido a criança trancada dentro do banheiro no intuito de não permitir que as autoridades descobrissem o crime que o casal estava cometendo contra a criança.

Segundo a mãe da criança, seu companheiro, padrasto da menina, realmente costumava agredir fisicamente sua filha.

A menina, de seis anos, foi entregue o Conselho Tutelar que levou para realizar o exame de corpo de delito e também a UPA sendo constatado que a criança estava desnutrida e com febre de 39.9°, motivo pelo qual ficou internada para tratamento clínico.

Sorriso: Padrasto suspeito de torturar enteada com deficiência visual continua foragido

O juiz Anderson Candiotto decretou as prisões preventivas de Gabrieli Sotel Dos Santos, 21 anos e Fernando Lordelo Alves, 30 anos, mãe e padrasto suspeito de torturarem e manterem em cárceres privado uma criança, de apenas 06 anos de idade, dentro de uma joalheria na Avenida Brescansin.

A PM resgatou a menina eu estava com vários hematomas pelo corpo, desnutrição e febre.

Gabrieli Sotel Dos Santos foi presa em flagrante e está presa na delegacia de sorriso onde espera para ser transferida para um presidio feminino.

Já Fernando continua foragido após sair correndo da joalheria.

O homem, de 34 anos, procurou delegacia para denunciar um foragido da justiça, Fernando Lordello Alves, que está foragido após ser suspeito de torturar uma menina, de seis anos, deficiente visual.

Segundo a vítima há alguns dias ele entregou 28 g de ouro na joalheria, a qual Fernando é proprietário, para confecção de duas alianças e um anel solitário, porém nessa sexta-feira (16/07) a vítima tomou conhecimento que o Fernando está sendo procurado pela justiça na condição do foragido pelo crime de tortura contra vulnerável.

Após saber do caso, o comunicante ligou para o Fernando e ele disse que não poderia entregar o pedido nesta sexta-feira devido a ter problemas de falecimento de um familiar. Mas o comunicante acredita que tal fato se deve devido ainda está foragido e a vítima está com emedo de Fernando vender suas gramas de ouro para ajudar na sua folga.

JKNOTICIAS

 

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POLÍCIA

Internação completa 6 meses e começa avaliação de amiga que matou Isabele

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A adolescente, condenada pela morte da amiga Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, completa hoje (19), seis meses de internação. E, por conta disso, seguindo a sentença proferida em 19 de janeiro de 2021, pela juíza Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, ela começa a passar  por período de reavaliação. A informação foi confirmada pelo advogado de defesa de B.O.C.,15, Artur Osti

Conforme o RD NEWS apurou, o processo é automático. O centro socioeducativo envia um laudo e abre vistas para o Ministério Público se manifestar. Em seguida, a defesa se manifesta. Depois, as peças vão para o Juízo decidir pela reavaliação ou não. Essa decisão deve ocorrer durante a semana e terá como base o estudo psicossocial que é feito na Unidade. Ele é integrado por um compilado das avaliações que são feitas ao longo dos 6 meses. Todo o procedimento tramita em sigilo.

A menor foi condenada a reclusão por 3 anos no sistema socioeducativo, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 19 de janeiro deste ano, por ato infracional análogo a homicídio doloso e qualificado.

“Concerne a prioridade absoluta do intensivo estatal na proteção da criança e do adolescente, evidenciando o caráter pedagógico e responsabilizador da intervenção determinando em face da adolescente que ceifou a vida de sua amiga aos 14 anos em uma atuação que estampou frieza, hostilidade, desamor e desumanidade”, afirmou a magistrada em trecho da decisão. O documento aponta ainda que socioeducativa deve ser reavaliada semestralmente.

O crime

Isabele foi morta em 12 de julho de 2020 com um tiro na cabeça. Ela estava no banheiro da casa da família da atiradora no mesmo condomínio onde morava. Polícia Civil apurou que jovem estava no cômodo junto com Isabele com uma arma de fogo apontada para a sua cabeça e atirou a curta distância.

Investigadores concluíram que adolescente tinha consciência dos riscos de apontar a arma para a vítima e, por isso, ao menos assumiu o risco de matá-la. Delegado da Delegacia Especializada do Adolescente, Wagner Bassi, afirmou que jovem tinha conhecimento técnico para manusear uma arma por treinar tiro com o pai.

O Ministério Público Estadual acusou a amiga de matar Isabele por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso. No início de setembro pediu a internação provisória dela.

Seis dias depois, a Justiça aceitou o pedido do MPE, ordenou a internação da menina, que não chegou a ficar nem 12 horas em internação porque a Justiça concedeu habeas corpus (HC). O Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a adolescente em liberdade até a conclusão do caso, quando foi determinada a sua internação. A menor alega que a morte foi um acidente e rebate a tese de que atirou na amiga de dentro do banheiro. A defesa já entrou com vários recursos para tentar revogar a prisão, mas, por enquanto, ainda não obteve êxito.

“RD  NEWS”

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