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Começa o julgamento de policial acusado da morte de George Floyd

Na seleção do júri, candidatos deverão responder a 15 páginas de perguntas. Entre as questões, terão que responder se foram a alguma passeata a favor de George Floyd e quantas vezes viram o vídeo do p

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Por G1

Começa nesta segunda-feira (8) o julgamento de Derek Chauvin, o policial acusado do assassinato de George Floyd, afro-americano que morreu sob custódia da polícia há nove meses. Sua morte foi o motivo de uma onda de protestos contra o racismo nos Estados Unidos e no mundo.

Milhares de pessoas protestaram no domingo nesta cidade do norte do país atrás de um caixão coberto de rosas brancas para exigir justiça.

A multidão, muito diversa, manteve silêncio na maior parte do tempo. Eventualmente, eles gritavam "Se não há justiça, não há paz". Um cartaz destacava as últimas palavras de Floyd: "Não consigo respirar".

O caso de Chauvin promete ser inédito em muitos aspectos: contará com advogados famosos, será realizado sob forte segurança e será transmitido ao vivo.

O escritório do Procurador-Geral do Estado de Minnesota convocou Neal Katyal, um ex-procurador-geral interino que já argumentou na Suprema Corte, para ajudar com a acusação.

Katyal descreveu o julgamento de Chauvin como um "caso criminal histórico, um dos mais importantes da história" dos Estados Unidos.

"É ainda mais raro que eles sejam condenados", acrescentou. "Há uma tendência do júri querer dar ao policial o benefício da dúvida", ressalta.

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Porém, as circunstâncias do caso Chauvin, de 44 anos, são tão preocupantes que "nenhuma policial ou organização policial saiu para defender seu ato", explica.

Três outros oficiais envolvidos na prisão de Floyd, Alexander Kueng, Thomas Lane e Tou Thao, enfrentam acusações menores e serão julgados de forma separada.

Os quatro envolvidos no caso foram demitidos pelo Departamento de Polícia de Minneapolis.

 

Exatamente para o que foi treinado a fazer

Chauvin, que atuava há 19 anos na polícia, foi libertado sob fiança no outono (hemisfério norte, primavera no Brasil) e deve se declarar inocente das acusações de homicídio e homicídio culposo.

"Ele agiu de acordo com a política do Departamento de Polícia, seu treinamento e seus deveres como oficial licenciado do estado de Minnesota", afirmou seu advogado, Eric Nelson.

"Ele fez exatamente o que foi treinado a fazer", acrescentou.

De acordo com Nelson, Floyd morreu de overdose de fentanil. Uma necropsia encontrou vestígios da droga no corpo de Floyd, mas especificou que a causa da morte foi "compressão do pescoço".

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Ben Crump, advogado que representa a família Floyd, declarou no sábado que espera que a equipe de defesa questione o caráter do afro-americano.

"Eles vão tentar fazer as pessoas esquecerem o que viram no vídeo", afirmou.

As autoridades mobilizaram milhares de policiais e membros da Guarda Nacional para auxiliar na segurança durante o julgamento.

O tribunal do condado de Hennepin, onde ocorrerá o julgamento, já parece um campo armado, cercado por barreiras de concreto e cercas de arame farpado.

O julgamento terá início nesta segunda-feira às 8h locais (11h de Brasília) com a seleção do júri, um processo delicado considerando a ampla publicidade em torno do caso.

Os jurados em potencial receberam um questionário de 15 páginas.

"Quão favorável ou desfavorável você é sobre o 'Black Lives Matter'?", é uma das perguntas.

"Você já viu um vídeo da morte de George Floyd? Se sim, quantas vezes?" ou "Você, ou alguém próximo a você, participou de alguma das manifestações ou passeatas contra a brutalidade policial?", também aparecem no questionário.

´´G1/Globo“

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Suspeito de agredir esposa e arremessar ventilador contra a vítima é preso pela Polícia Militar

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Militares localizaram envolvidos na região do Contorno Leste; mulher apresentava lesões
Suspeito de agredir esposa e arremessar ventilador contra a vítima é preso pela Polícia Militar -
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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam em flagrante, na noite deste domingo (22.3), um homem, de 51 anos, suspeito de violência doméstica, em Cuiabá. A vítima, de 30 anos, denunciou ter sido agredida com socos e sofreu lesões, após o marido arremessar um ventilador contra ela. 

Por volta das 21 horas, as equipes foram acionadas, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após denúncia de violência doméstica, na região do Contorno Leste. 

Assim que os militares chegaram no local da ocorrência, a vítima relatou que foi agredida com socos e que o suspeito arremessou um ventilador contra o rosto dela, após uma discussão. A mulher apresentava lesões na região da cabeça e no olho direito.

Diante das informações e acompanhados pela vítima, os policiais militares identificaram o denunciado em um bar, na região. Ao ser abordado e questionado sobre a denúncia, o homem passou apresentar resistência e a agredir os policiais militares.

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Na ocasião, foi necessário o uso de um dispositivo de menor potencial ofensivo (dispositivo taser) para conter o indivíduo. Ele foi conduzido à delegacia para registro da ocorrência. 

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