Operação

Fernandinho Beira-Mar é alvo de megaoperação contra roubos de cargas

Publicado em

Operação

Mandados de busca e apreensão são cumpridos contra suspeitos de praticarem crimes que causaram prejuízo estimado de cerca de R$ 4 milhões

Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, é alvo de uma operação deflagrada nesta terça-feira (10/12) contra uma quadrilha que atua em roubos de cargas na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Ele está preso no Paraná desde 2002.

Um mandado de busca e apreensão foi cumprido no Presídio Federal de Catanduvas. A operação foi realizada por policiais civis da 60ª Delegacia Policial e agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, com apoio da Polícia Militar.

As diligências têm o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão contra investigados por praticar crimes que causaram prejuízo estimado de cerca de R$ 4 milhões.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Torniquete, cujo objetivo é reprimir roubos, furtos e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas. Desde setembro, já são mais de 240 presos, além de veículos e cargas recuperados.

Leia Também:  PCDF desarticula organização criminosa especializada em fraudes bancárias

Segundo o governo estadual, as investigações comprovaram que integrantes de uma organização criminosa, aliados a suspeitos com informação privilegiada, foram responsáveis por cometer dezenas de roubos de carga em vias expressas.

A partir da apuração foi possível delimitar toda a estrutura hierárquica do bando, que utiliza armamento e aparelho bloqueador de sinais fornecidos pela facção. Em troca, 50% da renda obtida com os roubos eram repassados à organização criminosa.

“Outras lideranças do tráfico local atuam no revezamento de apoio logístico, liberando o uso de espaço nas comunidades que exploram para o transbordo das cargas”, diz nota do Ministério Público.

 

 

“CB”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Operação

alvos da operação da PF contra desvio de emendas

Publicados

em

PF cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e dois mandados de busca pessoal nesta quinta-feira (13)

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Federal cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e dois mandados de busca pessoal contra supostos desvios em emendas parlamentares. Entre os alvos da operação,  está um assessor do deputado federal Afonso Motta (PDT-RS), além de um funcionário do Rio Grande do Sul.

Batizada de EmendaFest, a operação investiga desvios de recursos públicos, além de corrupção ativa e passiva.

Os afastados são Cliver André Fiegenbalfm, diretor administrativo e financeiro da Metroplan, vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano do Rio Grande do Sul; e Lino Rogério da Silva Furtado, secretário parlamentar do deputado Afonso Motta, cargo o qual exerce desde outubro de 2016.

Contra a dupla, a PF cumpriu mandados de busca pessoal e de busca domiciliar para apreensão de aparelhos celulares e computadores.

De acordo com a investigação, foram descobertas conversas, no celular de Cliver André Fiegenbalfm, nas quais ele sugere, ao secretário parlamentar Lino Rogério, o envio de emendas pelo deputado federal em favor de uma unidade hospitalar, após o pagamento de vantagem indevida.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem que agrediu a própria irmã em Rondonópolis

Segundo a investigação, o gabinete de Afonso Motta destinou ao menos R$ 1,07 milhão em emendas para o hospital Ana Nery.

Duas emendas, nos valores de R$ 309.000,00 e de R$ 117.000,00, foram emitidas antes do início das tratativas entre Cliver e Lino, “o que afasta qualquer possível vinculação com as emendas patrocinadas pelo deputado federal Afonso Antunes da Motta”. Somente a nota fiscal de 23/2/2024, no valor de R$ 100.200,00, refere-se a captação dos recursos daquele parlamentar.

Até o momento, a PF não atribuiu acusações ao deputado Afonso Motta.

A Justiça determinou que Cliver e Lino sejam afastados dos cargos, além do bloqueio de dinheiro em contas bancárias.

A assessoria de Afonso Motta afirmou à CNN que o deputado foi surpreendido e que o parlamentar não foi alvo de buscas e apreensão no gabinete. O congressista aguarda ter acesso aos autos do processo da investigação para poder se posicionar.

“CNN”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA