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Peão quebra clavícula ao ser pisoteado por touro durante rodeio

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Evento promovido pela Professional Bull Riders (PBR) ocorreu no Parque da Cidade. Rogério Silva, o atleta lesionado, precisará de até 90 dias para se recuperar

Rogério Silva, 23 anos, campeão nacional da Professional Bull Riders (PBR), organização mundial de montaria em touros, fraturou a clavícula ao cair de um touro e ser pisoteado pelo animal durante o PBR Brasília Rodeio Fest. O evento ocorreu no Parque da Cidade nesse último fim de semana — de 4 a 6 de abril. Um vídeo gravado durante a disputa mostra o momento do acidente.

Em nota, publicada nas redes sociais, a PBR Brasil informou que o competidor terá que passar por uma cirurgia. A previsão é que o tempo de recuperação dure entre 60 a 90 dias. “Um dos grandes nomes da temporada vai ficar fora das arenas temporariamente, mas a garra de Rogério é maior que qualquer lesão”, escreveu a a organização do evento no Brasil.

Nos comentários da publicação, internautas desejaram uma boa recuperação para o competidor. “Força Rogério! Você é um excelente peão e representa muito o nosso Brasil. Deus abençoe, boa recuperação”, escreveu um seguidor. Outro comentou: “Força cowboy o imprevisto sempre acontece, mas Deus está com você”.

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Natural de Paranaíta, em Mato Grosso, Rogério já participou de diversos campeonatos no Brasil. Em 2024, ele conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Professional Bull Riders (PBR), realizado em Barretos (SP). Com a vitória, Rogério levou para casa um prêmio de R$ 180 mil, uma caminhonete avaliada em R$ 300 mil e um bônus de R$ 100 mil.

Correio entrou em contato com PBR em busca de mais informações e uma manifestação. Em caso de resposta, o texto será atualizado.

 

 

“CB”

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Bolsonaro se emociona ao falar sobre Eduardo nos EUA: “Mais um filho que se afasta”

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Em exposição sobre o Holocausto, o ex-presidente disse que o filho está combatendo “algo como o nazifascismo que se coloca no país”. Eduardo Bolsonaro anunciou hoje que vai se licenciar do mandato

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se emocionou na tarde desta terça-feira (18/3) ao falar sobre a permanência de seu filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), nos Estados Unidos. O deputado anunciou hoje que vai se licenciar do mandato para continuar fazendo lobby nos EUA contra o Judiciário e o governo brasileiro.

“Hoje está sendo um dia marcante para mim. (Voz embargada) O afastamento de um filho. Mais um filho que se afasta mais do que por um momento de patriotismo. Um filho que se afasta para combater algo como o nazifascismo que se coloca no nosso país”, disse Bolsonaro, na solenidade que inaugurou uma exposição sobre o Holocausto no Senado Federal, em Brasília.

Também reclamou de ter tido seu passaporte apreendido por ordem da Justiça, o que o teria impedido, segundo ele, de ir a Israel e aos Estados Unidos, para participar da posse de Donald Trump (Republicanos). “Tenho convicção de que ele (Trump) continuará abraçando meu filho”, disse o ex-presidente, ao citar a menção feita pelo americano a Eduardo em um evento conservador no mês passado.

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Depois de falar sobre sua situação, emendou um adendo. “Todos os problemas que possamos ter no momento não se comparam ao que nossos irmãos judeus viveram no passado”, afirmou.

No evento, estava também a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o filho mais velho do ex-presidente, o senador Eduardo Bolsonaro (PL-RJ). Estiveram presentes ainda aliados no Congresso e representantes nacionais e internacionais da comunidade judaica. O embaixador de Israel, Daniel Zonshine, também participou.

A responsável pela exposição foi a senadora Damares Alves (PL-DF). No início da solenidade, um pastor de uma igreja evangélica fez uma oração pela “paz de Israel”. Um coral da mesma igreja cantou no início e no fim da solenidade.

A inauguração da exposição se deu no mesmo dia em que governo de Israel quebrou o acordo de cessar-fogo em Gaza e retomou os ataques ao território, que voltou a ser ocupado por civis. Agências internacionais informaram, com base em comunicados das autoridades palestinas, que os ataques desta terça-feira já mataram mais de 400 pessoas.

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“CB”

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