Metal havia sido confiscado durante a Operação Crisol, deflagrada pela Polícia Federal em 2017

TRF libera 76 quilos de ouro apreendidos com empresa de MT

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MATO GROSSO

Depois de cinco anos de investigação e sem o oferecimento de nenhuma denúncia, a empresa Ourominas, que atua em Mato Grosso, conseguiu recuperar 76 kg de ouro que foram apreendidos na Operação Crisol, deflagrada em 2017. 

O inquérito da Polícia Federal investigava os possíveis crimes de extração de recursos minerais sem permissão e exploração de matéria-prima pertencente à União. 

Conforme o Conjur, a apreensão ocorreu em Rio Verde (GO), mas o inquérito foi conduzido pela Polícia Federal do Amapá e depois do Pará.

De acordo com a defesa, feita pelo advogado Elvis Klauk Júnior, de Cuiabá, a “decisão corrige uma insegurança jurídica que o setor do ouro enfrenta no Brasil”.

“Infelizmente é muito comum apreensões de ouro se arrastarem por tempo indeterminado sem perspectiva de finalização da investigação, o que afronta princípios constitucionais”, disse. 

Elvis Klauk Júnior

O advogado Elvis Klauk Júnior, que faz a defesa da empresa

O ouro estava guardado na Caixa Econômica Federal, em Brasília. Quando foi apreendido, em 2017, foi avaliado em R$ 9.975.948,94. Atualmente, com o grama na casa dos R$ 300, o valor ultrapassa os R$ 22 milhões 

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Em habeas corpus, a defesa da empresa investigada argumentou excesso de prazo e ausência de justa causa para o prosseguimento do inquérito.

No TRF-1, prevaleceu o entendimento do juiz convocado Francisco Codevila. Ele constatou “caso excepcional de afronta à duração razoável do processo” e observou que há indefinição quanto ao Juízo competente para apuração dos fatos.

O magistrado ainda destacou que o Ministério Público, em primeira instâcia, apontou falta de justa causa dos crimes inicialmente investigados.

Conforme a jurisprudência, “o excesso de prazo na conclusão do inquérito policial poderá ser reconhecido caso venha a ser demonstrado que as investigações se prolongam de forma desarrazoada, sem que a complexidade dos fatos sob apuração justifiquem tal morosidade”. Codevila verificou tal situação no caso dos autos.

“Mídia News”

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MATO GROSSO

“Rei do Porco” se curva aos pés de Bolsonaro e ora pela volta dele à Presidência

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Por Joel Teixeira
O empresário e suinocultor, Reinaldo Morais (PL) conhecido como “Rei do Porco”, se curvou diante dos pés de Jair Bolsonaro e orou pela volta dele à Presidência da República, enquanto outro homem visivelmente emocionado, ungia com óleo os tornozelos do ex-presidente.
A devoção foi feita nas dependências da Suinobras, empresa de Morais em Diamantino (MT). Após as orações, foi oferecido um jantar e pouso a Bolsonaro. O fato ocorreu na noite de segunda-feira(8). 
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