Sebrae/MT participa da criação da “Aliança de Inovação do Cerrado”!!
Sebrae/MT participa da criação da “Aliança de Inovação do Cerrado” para fomentar o empreendedorismo no Estado
ECONOMIA
Instituição tem a coordenação de projetos juntamente com empresas e executivos para avançar na sustentabilidade e qualidade de vida
Transformar os pequenos negócios em protagonistas do desenvolvimento sustentável em Mato Grosso é uma das principais missões do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae/MT). Por isso, desde 2019, a instituição desenvolve em Lucas do Rio Verde o Ecossistema de Inovação no Estado, com a metodologia de Agentes Locais de Inovação (ALI), que busca inovar de maneira contínua e agregar valor aos negócios ao propor novas formas de transformar pessoas, empresas ou processos.
As ações visam fortalecer e apoiar o ecossistema, representando ou não agentes públicos e privados, que desprende de tempo e conhecimento para gerar um ambiente social disruptivo e aberto, para que processos empreendedores se tornem realidade dentro de instituições e organismos sociais.
Conforme o gerente regional do Sebrae/MT em Lucas do Rio Verde, Renato Ícaro Magalhães, atualmente diversas empresas fazem esse desenvolvimento em vários municípios do Brasil. E, após a missão técnica ao Rio Grande do Sul, foi contratada uma consultoria, no ano passado com apoio da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, Sebrae e Sicredi.
“O negócio começou a evoluir desde o ano passado, quando foi criada a Aliança de Inovação do Cerrado. E, após isso, durante a consultoria, foi consolidando mais o grupo e também instituições. E, este ano, fizemos o Pacto da Inovação, no Show Safra, onde 86 empresas assinaram um documento de acordo em prol do desenvolvimento de Lucas do Rio Verde a partir da inovação. Aí, claro, a maioria delas não tem um poder executivo, mas as vezes, tem o poder de execução”, falou.
O Sebrae/MT tem a coordenação do projeto juntamente com outras empresas e executivos. ‘Hoje, nos unimos não só para realizarmos eventos, mas para construir projetos e trazer outros municípios e mais empresas para esse movimento. O projeto mais novo que nós temos é a Escola de Negócios, a formação de professores em inovação e lideranças em inovação, que é encabeçada pelo Sebrae/MT em parceria com a Unilasalle, o IFMT e outras instituições de ensino. O projeto mais palpável, que já saiu do papel, é o Green Hub, que é um instituto, é um Hub de Inovação que está sendo bancado e foi construído pela iniciativa privada. E, com isso, estamos trazendo empresas para fazerem projetos de inovação, startups, grandes empresas, outros hubs de inovação para estar ficando dentro desse futuro espaço”, falou.
Atendimento regional
A gerencia regional do Sebrae/MT de Lucas do Rio Verde atualmente atende as demandas de nove municípios da região médio norte do Estado. Além de Lucas, são atendidas as cidades de Itanhangá, Nobres, Nova Maringá, Nova Mutum, Rosário Oeste, Santa Rita do Trivelato, São José do Rio Claro e Tapurah.
Segundo dados do relatório de gestão da Gerência Regional do Sebrae/MT de Lucas do Rio Verde, de janeiro até dezembro deste ano, foram realizados 5.130 atendimentos voltados aos Pequenos Negócios, sendo Microempreendedor Individual (MEI) 3.471, Microempresa (ME)1.305, Empresa de Pequeno Porte 354, Pessoas Físicas 1.690 e 1.690 inovações (soluções especificas para empresas de diversos segmentos).
´´Primeirahora“
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


