Já focado nas eleições municipais de 2024, o presidente estadual do Partido Novo Sérgio Antunes, afirma incisivamente de que a sigla já se articula para lançar o maior número possível de candidatos às prefeituras e vereadores de Mato Grosso. O dirigente diz que já conta com 3 pré-candidatos definidos para cidades do interior do Estado. Ele explica que para a capital Cuiabá, a situação também é favorável e está em andamento e a perspectiva é de que um nome seja oficializado nos próximos meses.
Em Diamantino já está decidido a participar da disputa eleitoral, para prefeito, o produtor rural Carlos Kan; no município de Querência, vai à disputa o Padre Sebastião; e o advogado, professor universitário, militar aposentado e psicanalista, Márcio Gonçalves, será o candidato em Guarantã do Norte.
“Queremos lançar alguém que a gente possa defender com orgulho, caso contrário isso nos afastará muito da identidade do partido. Então, já criamos muitas expectativas de concorrer em várias cidades. Sabemos que isso é trabalhoso, mas estamos nos estruturando para fazer acontecer. A meta é fazer uma boa campanha e eleger nossos primeiros mandatários em Mato Grosso”, comenta Sérgio Antunes.
Com uma nova diretoria no comando estadual há pouco mais de três meses, o Novo tem buscado se fortalecer politicamente, sem perder a identidade enraizada desde sua criação. Nesse sentido, a legenda continua aplicando sua metodologia inovadora no Brasil para seleção e formação de candidatos, a chamada “Jornada”. O presidente explica que esse e outros princípios adotados são uma forma garantir que o eleitor tenha opções de qualidade.
Sérgio relata que esses poucos meses à frente do diretório estadual têm sido desafiadores e surpreendentes. Segundo ele, a sigla está trafegando melhor no ambiente político, tanto em nível Executivo, quanto no Legislativo. Junto aos eleitores, a avaliação é de que a aceitação popular também conquistou avanços significativos, com a entrega de uma marca partidária limpa e mais leve de se falar.
“Como um bom técnico, um bom líder, tenho que dar autonomia, motivação e um bom motivo para que as pessoas acreditem que o partido consegue entregar um bom ambiente político. Mas, também fazendo uma boa política, sem sujar ou entrar em projetos em que estão apenas procurando uma casinha para se sentar e, não necessariamente, há uma convergência nas ideias, uma conexão”, finaliza o presidente.
´´Omatogrosso“