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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (13), 541.529 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados.

MT registra 10 mortes nas últimas 24h e alcança 13.689 óbitos em decorrência da Covid-19

Publicado em

Covid-19

Por Michael Esquer

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (13), 541.529 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 13.869 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Nas últimas 24h foram registradas dez mortes.

Conforme o boletim, foram notificadas 390 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 541.529 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 2.057 estão em isolamento domiciliar e 524.963 estão recuperados. 

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 96 internações em UTIs públicas e 46 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 29,45% para UTIs adulto e em 8% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (112.268), Várzea Grande (39.246), Rondonópolis (38.085), Sinop (26.098), Sorriso (18.340), Tangará da Serra (17.772), Lucas do Rio Verde (15.677), Primavera do Leste (14.743), Cáceres (11.883) e Barra do Garças (10.574).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 404.835 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 85 amostras em análise laboratorial.

Na terça-feira (12.10), o Governo Federal confirmou o total de 21.590.097 casos da Covid-19 no Brasil e 601.398 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 21.582.738 casos da Covid-19 no Brasil e 601.213 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quarta-feira (13.10).

Recomendações
Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

´´Olhar/Direto“

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Covid-19

Reforço com vacina diferente é mais eficaz contra vírus, diz estudo

Publicados

em

Por R7

Cientistas dos Estados Unidos pesquisaram a eficácia do reforço da imunização contra a Covid-19 de forma homóloga (mesma vacina) e heteróloga (vacina diferente) dos três fármacos aplicados por lá: Janssen, Pfizer e Moderna. O estudo mostra que a aplicação do reforço de farmacêuticas diferentes apresenta melhor resposta imune, na comparação com a dose extra do mesmo produto. A pesquisa foi publicada em pré-impressão no site medRixv, na quarta-feira (13), e ainda precisa da validação de outros cientistas. 

O ensaio foi feito com 458 voluntários, em dez lugares dos EUA, e em duas fases de pesquisa clínica. Todos os participantes receberam uma das três vacinas e não tinham sido infectados pelo Sars-CoV-2, pelo menos 12 semanas após a imunização completa. Desses, 154 pessoas receberam reforço da Moderna; 150, da Janssen; e 154, da Pfizer.

Os resultados primários, apresentados de 15 a 29 dias após a aplicação, indicaram que, com qualquer combinação de vacinas, o reforço aumentou a produção de anticorpos neutralizantes de 4,2 a 76 vezes e a produção de anticorpos de ligação de 4,6 a 56 vezes. Com imunizantes iguais a produção de anticorpos de ligação cresceu de 4,2 a 20 vezes. Já com doses diferentes o aumento foi de 6,2 a 76 vezes mais eficaz.

Os anticorpos neutralizantes destroem o vírus. Os anticorpos de ligação se unem ao vírus, mas não o matam nem evitam a infecção. Em vez disso, alertam o sistema imunológico sobre a presença da célula estranha e leucócitos são enviados para destruí-la. 

O surgimento da variante Delta e a queda da imunidade após seis meses do esquema vacinal completo levantaram a questão sobre as doses de reforço para conter a pandemia. Na maioria dos países, elas estão autorizadas para idosos e imunodeprimidos.

No Brasil, o Ministério da Saúde orienta que a aplicação extra seja, de preferência, com a Pfizer, independentemente do produto usado antes. A indicação do FDA (agência reguladora nos EUA), no entanto,  é que o reforço seja do mesmo laboratório. 

Janssen

A vacina produzida pela Johnson & Johnson é a única aplicada em dose única. Porém, no fim de agosto, a farmacêutica apresentou um estudo indicando que a aplicação de uma segunda vacina resultou em níveis de anticorpos de ligação nove vezes superiores aos níveis vistos 28 dias depois de as pessoas receberem a primeira dose.

Diante disso, a empresa pediu autorização à agência reguladora dos EUA para uso emergencial do reforço em todas as pessoas acima de 18 anos e que receberam a dose única. O FDA faz reunião hoje e amanhã para responder à requisição do laboratório.  

´´R7“

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