Mato Grosso
MT foi procurado em “comércio paralelo de vacina”; Governo emite nota
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O chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, disse que não houve avanço em tratativa – Foto: Secom
Mensagens contidas no celular do cabo da Polícia Militar de Minas Gerais, Luiz Paulo Dominguetti, revelam que o Governo de Mato Grosso estaria entre os “procurados” em um suposto comércio paralelo de vacina contra a Covid-19.
A informação foi revelada na noite do último domingo (4), por um programa de exibição nacional. Na tarde desta segunda (5), o Governo do Estado se posicionou e disse que não houve avanço na tratativa (Leia nota mais abaixo).
Dominguetti – considerado peça-chave nas investigações sobre suposta propina na compra de imunizantes pelo Governo Federal – teve seu celular apreendido durante depoimento à CPI da Covid no Senado.
Algumas conversas já analisadas no aparelho do depoente indicam que ele negociava uma comissão de 25 centavos de dólar por dose de vacina.
Ele se apresentava como representante da Davati Medical Supply, empresa com sede nos Estados Unidos e que seria intermediária na venda das vacinas.
Em um trecho dos diálogos, ele diz o seguinte: “Vacina Astrazeneza. Valor 3 dólares e 97 a dose […]Capacidade entrega imediata. 100 milhões de doses. Venda direto Astrazeneca.”
FONTE: AGORA MT
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