ECONOMIA
Governador Mauro Mendes diz que MT não vai ter aumento no ICMS com novo dispositivo da Reforma Tributária, e pede revisão da lei na Câmara Federal
ECONOMIA
O Governador de MT Mauro Mendes (UB), comentou sobre o aumento de Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), que vem sendo feito por vários estados brasileiros em virtude de um dispositivo que existe na reforma tributária, que compensa as perdas dos estados com o novo imposto.
Como regra o dispositivo seria usado como critério de arrecadação de ICMS que iria de 2024, até 2018. Onde alguns estados já estão colocando em prática essa nova regra, a partir de dezembro deste ano de 2023.
Segundo Mauro Mendes, a alíquota no modal do ICMS que já está sendo aumento por muitos estados, onde alguns saíram de 17% da alíquota base, e estão chegando em alguns casos em até a 21%.
O governador reuniu nesta terça-feira com toda a equipe econômica do estado e garantiu que MT não irá entrar nessa guerra fiscal ao contrário.
“Ontem eu me reuni e conversei com o secretários Rogério Gallo, Fabio Garcia, Mauro Carvalho e com o vice-governador Otaviano Pivetta para decidir que nós não iremos aumentar imposto no estado de MT, elevando impostos para tentar preservar uma regra que a meu ver é muito equivocada”. Destacou.
Segundo o governador ele fará um pedido para que a Câmara federal que para compensar a partir de 2033, não se use como base a arrecadação de 2024 a 2028, por conta dos estímulos aos estados brasileiros a aumentar o ICMS nesse período, penalizando o cidadão e as empresas do país.
“Não é possível que a primeira consequência prática da reforma seja o aumento da carga tributária. Para isso eu peço ao Congresso Nacional que reveja através da Câmara dos Deputados que fará agora a revisão do texto aprovado pelo senado Federal desta regra, para que nós possamos estabelecer um critério para fazer a compensação e a restituição dos impostos, daquilo que foi arrecadado nos anos de 2021 e 2022, para que nós não tenhamos essa corrida que está acontecendo nos estados brasileiros para aumentar o ICMS. Mato Grosso vai permanecer na alíquota de 17%. Afirmou o governador.
“JB News”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


