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O acidente fatal aconteceu na manhã de terça-feira (27) em Diamantino

Família e amigos lamentam morte de casal e criança soterrados

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MATO GROSSO

Familiares e amigos usaram as redes sociais para lamentar a morte de Rudson Rodrigues Ribeiro e Alexandra Ferreira Silva, de 23 anos, e da filha do casal, de apenas um.

A família foi soterrada por calcário em um acidente na manhã de terça-feira (27), na BR-163, em Diamantino (a 202 quilômetros de Cuiabá).

“Não dá para acreditar que você se foi. Me acordem desse sonho, pelo amor de Deus”, dizia uma das publicações.

“Descansem em paz. A partida de vocês nos mostrou quanto a vida é vaga e devemos aproveitar cada minuto”, afirmou outra.

Uma amiga da família, ainda incrédula, disse: “Sem acreditar, na semana passada nós estávamos conversando”.

“A morte me ensinou que a vida é passageira, que quando menos esperamos se torna preciso dar o último adeus”, publicou outra.

Tragédia na BR-163

O acidente aconteceu na manhã de terça-feira (27) na BR-163 em Diamantino, e envolveu dois caminhões de carga.

A família estava em um caminhão trator Volvo, carregado com calcário, que caiu em uma ribanceira. A queda foi de frente, ficando “embicado” em uma vala. A cabine ficou soterrada com por parte da carga.

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Depois de cerca de 15 horas de trabalhos para retirar o material que encobria a cabine, foram encontrados os três corpos.

O motorista do Mercedes Benz Atego, de 44 anos, foi socorrido por terceiros, antes mesmo da chegada da Polícia. O nome dele não foi divulgado.

“Mídia News”

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EDUCAÇÃO

Corte afeta ajuda a alunos e deixa animais sem comida na UFMT

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O recente corte de gastos promovidos pelo Ministério da Educação começa a afetar o funcionamento da Universidade Federal de Mato Grosso. 

A Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Prae) comunicou nessa quarta-feira (07) que, após as medidas adotadas pelo Governo Federal tornou-se inviável o pagamento dos 1.726 auxílios/bolsas de dezembro desse ano.

O gasto com essas assistências totalizam R$ 595.172 mensais, mas o atual saldo em caixa da UFMT é de aproximadamente R$10.000. 

A Prae ressaltou que esses auxílios e bolsas são essenciais para a permanência dos estudantes da UFMT que estão em situação de vulnerabilidade econômica. 

Sem comida 

Outro setor que também sentiu o corte foi o Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Silvestres (Cempas) da UFMT, que está impossibilitado de comprar comida para os animais sob tutela da faculdade.

Roberto Lopes de Souza, diretor da faculdade de Medicina Veterinária da UFMT, conta que tem buscado ajuda do Ministério Público e do Juizado Ambiental para conseguir verba emergencial.

A esperança é que esses órgãos consigam disponibilizar o dinheiro arrecadado de multas ambientais para ser aplicado nas despesas do Cempas.

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O diretor também revela que é essencial conseguir essa verba emergencial o quanto antes. Caso o curso de Veterinária da UFMT não consiga o repasse, o diretor conclui que os animais poderão morrer de fome.

Atualmente há cerca de 300 animais sob tutela do Cempas, entre porcos-do-mato, jacarés, aves, macacos, jaguatiricas, antas e outros silvestres.

  

Antes de se tornar um centro de medicina, o Cempas era o famoso Zoológico da UFMT, que era aberto à visitação pública.

“Mídia News”

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