Estudantes de escolas públicas de MT são ouro!!

Estudantes de escolas públicas de MT são ouro em Olimpíada de Matemática

Publicado em

EDUCAÇÃO

Por Gabi Braz

De Cuiabá, Guarantã do Norte, Rondonópolis e Campo Verde: quatro alunos de escolas públicas ficaram em 1º lugar na Obmep, neste ano

Quatro alunos de escolas públicas de Mato Grosso conquistaram medalha de ouro na 18ª OBmep (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) realizada neste ano.

Premiando também as escolas particulares, a competição nacional deste ano encerrou com um total 650 medalhas de ouro, 1.950 pratas e 5.850 bronzes.

18ª Obmep

O resultado dos ganhadores deste ano foi divulgado na última quarta-feira (20), pelo Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), que promove a competição.

Os prêmios são separados para alunos de escolas públicas e particulares. Neste ano, o número de premiações de instituições privadas dobrou, segundo a Obmep.

Além das medalhas, alguns alunos e professores receberam menções honrosas por parte da organização do evento. As cerimônias de premiação da 18ª Obmep devem ser realizadas em 2024, sendo que a data e local ainda serão definidos.

Neste ano, a maior competição científica do país reuniu mais de 18,3 milhões de alunos dos ensinos fundamental e médio. Foram alcançados 99,78% dos municípios brasileiros e mais de 55 mil escolas participaram do certame.

As competições foram divididas em três níveis, são eles:

• Nível 1 – estudantes de 6º e 7º anos do Ensino Fundamental;
• Nível 2 – estudantes de 8º e 9º anos do Ensino Fundamental;
• Nível 3 – estudantes do Ensino Médio.

Ouro para alunos de MT

Quatro alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental de escolas públicas de Mato Grosso conquistaram medalhas de ouro; veja abaixo os nomes:

  • Gabriel Luca Cores Medes – Escola Mun. de 1º Grau Sol Nascente, em Guarantã do Norte, a 721 km de Cuiabá;
  • Vinícius Fernnades F B Nardes – Escola Prof.ª Hermelinda de Figueiredo, em Cuiabá;
  • Alerrando Souza Oliveira – Escola Est. Sagrado Coração de Jesus, em Rondonópolis, a 218 km da Capital;
  • Nikolas Matos Bulati – Escola Mun. Dona Sabina Lazarin Prati, em Campo Verde, a 139 km de Cuiabá.
Leia Também:  Polícia prende ladrão que fez reféns por 48 horas em fazenda

Os alunos de níveis 2 e três não receberam medalhas de ouro no caso das escolas públicas. Além disso, nas escolas particulares, também não houveram medalhas de ouro conquistadas.

Medalhas de prata

Três alunos do nível 1 – do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental de escolas públicas – ficaram na segunda colocação das olimpíadas neste ano. São eles:

  • Arthur Gonzatto Arzivenco – Escola Est. Cristiano Araujo Pires, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá;
  • Felipe Bertuzzi Mendes – Escola Est. Prof.ª Julieta Xavier Borges, em Barra do Bugres, a 169 km da Capital;
  • João Guilherme Borges Magnani – Escola Est. Santo Antonio, em Rondonópolis.

Do nível 2 – estudantes de 8º e 9º anos do Ensino Fundamental das escolas públicas – foram oito ganhadores de medalhas de prata em escolas de Primavera do Leste, Guarantã do Norte, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde, Campo Novo do Parecis, Ipiranga do Norte e Vera, a 486 km de Cuiabá.

Além desses, outros três estudantes do Ensino Médio de escolas públicas e institutos federais de Cuiabá, Campo Novo do Parecis e Sinop, também foram premiados com o 2º lugar nas olimpíadas.

No caso de escolas particulares, um aluno foi premiado com a segunda colocação da olimpíada: Guilherme Rodrigues Silveira, estudante de uma escola particular de Água Boa, a 736 km de Cuiabá.

Leia Também:  Rússia acusa Ucrânia de abater avião com 74 a bordo, 65 deles prisioneiros ucranianos

Medalhas de bronze

Nas premiações do 3º lugar da olimpíadas deste ano, foram 24 alunos de escolas públicas mato-grossenses do 6º e 7º anos, outros 15 de 8º e 9º e mais oito do Ensino Médio.

No caso das escolas particulares, foram 18 medalhas de bronze entre os ensinos Fundamental e Médio.

Não são só medalhas!

Mais de 264 alunos mato-grossenses do 6º e 7º anos de escolas públicas, outros 225 do 8º e 9º anos e 146 do Ensino Médio receberam menções honrosas nesta edição da Obmep.

Já no caso de escolas particulares, um total de 98 alunos também receberam menção honrosa entre as séries participantes.

Além deles, 17 professores de MT foram premiados por suas participações ao lado dos alunos que fizeram parte das competições.

A olimpíada

Criada pelo Impa em 2005 e realizada com apoio da SBM (Sociedade Brasileira de Matemática), a Obmep é promovida com recursos dos MCTI (Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação) e MEC (Ministério da Educação).

As competições são destinadas a estudantes do 6º ano do fundamental ao 3º ano do ensino médio, com o objetivo de estimular o estudo da matemática e identificar jovens talentos da disciplina.

Permitindo que um maior número de alunos brasileiros tenha acesso a material didático de qualidade, a competição também visa contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica.

As inscrições para a Obmep são feitas somente pelas escolas públicas municipais, estaduais e federais ou em escolas privadas brasileiras, sendo que cada uma indica quantos alunos irão participar.

´´Primeira página“

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

EDUCAÇÃO

Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas

Publicados

em

Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas

Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas

Medida vale para instituições públicas e particulares

Projeto de lei aprovado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados proíbe o uso de telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos portáteis por alunos da educação básica em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e nos intervalos entre as aulas.

Para proteger a criança de até 10 anos de idade de possíveis abusos, o texto proíbe também o porte de celular por alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.

O projeto autoriza o uso de celular em sala de aula para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica. Permite ainda o uso para fins de acessibilidade, inclusão e condições médicas.

Projeto reformulado

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), ao Projeto de Lei 104/15 do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e a outras 13 proposições que tramitam em conjunto e tratam do mesmo assunto. Diego Garcia levou em consideração diversos estudos e contribuições para elaborar parecer.

O relator considerou que o uso e o porte de aparelhos eletrônicos na escola para crianças de até 10 anos de idade podem ser adiados e substituídos por atividades físicas e de socialização, que serão essenciais nos anos seguintes. “Preocupam-nos estudos recentes sobre acesso a conteúdo impróprio como pornografia, drogas, violência, linguagem imprópria e apostas eletrônicas”, afirmou Garcia.

Leia Também:  Motorista bêbado, atropela e quebra pernas de gari em MT

Para ele, pais que acreditam que o porte de celular, nessa fase, é instrumento de segurança devem olhar também para os desafios e prejuízos que o uso de celulares nas escolas pode trazer. “Crianças nessa faixa etária não têm maturidade para discernir quando e como usar esses dispositivos de forma adequada.”

Exceções

Para Garcia, a partir dos 11 anos a capacidade de autorregulação dos alunos é maior e a maior demanda por interações digitais para as relações sociais e as atividades escolares torna inevitável o porte dos celulares na escola. “O uso fica autorizado, em sala de aula, para fins pedagógicos e didáticos, conforme orientação do docente e dos sistemas de ensino, para evitar as distrações”, destacou.

Sobre a permissão de uso aos alunos com deficiência, mesmo na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, independentemente da atividade pedagógica, a ideia é garantir a acessibilidade cada vez mais frequente na forma de aplicativos. “Incluímos também os casos de condições de saúde, como a medição de glicemia por diabéticos. Esses usos são exceção”, esclareceu o relator.

Leia Também:  MP pede cassação de prefeito por reunião em quadra de escola em MT

Sofrimento psíquico

De acordo com o projeto, as redes de ensino e as escolas deverão abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos alunos da educação básica, apresentando a eles informações sobre riscos, sinais e prevenção do sofrimento, incluindo o decorrente do uso imoderado de celulares e do acesso a conteúdos impróprios.

Também os professores deverão ser treinados para detectar sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental. As escolas, por sua vez, deverão oferecer espaços de escuta e de acolhimento para alunos ou funcionários em sofrimento psíquico e mental, principalmente decorrentes do uso imoderado de telas e nomofobia, que é a angústia provocada pela ausência do celular.

Próximos passos

O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Para virar lei, a proibição precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

 

“Agencia Brasil”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA