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Auxílio Emergencial de R$ 375, calendário e liberação em março
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Estamos nos últimos passos para a retomada dos pagamentos do auxílio emergencial. A PEC Emergencial que viabiliza os novos pagamentos já teve o parecer positivo do Senado Federal e agora segue para aprovação na Câmara dos Deputados.
No momento em que a PEC Emergencial for aprovada na Câmara e promulgada o governo federal editará a Medida Provisória com todas as regras bem como valores, duração e condições da nova rodada de pagamentos. Até lá, muito se especula, bem como membros do governo dão indícios de como será a nova rodada de pagamentos.
Se você também quer saber tudo o que está previsto para a nova rodada de pagamentos do Auxílio Emergencial, continue acompanhando!
Novidades na nova rodada do Auxílio
Como dito anteriormente, o que temos são informações declaradas de membros do governo, como no caso do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que declarou que os pagamentos do auxílio emergencial vão acontecer ainda este mês.
No geral temos as seguintes informações declaradas por membros do governo.
Novos valores
O Governo Federal iniciou a discussão sobre a volta do auxílio emergencial com parcelas de R$ 200, contudo, após muita discussão o presidente da república Jair Bolsonaro, havia informado que os novos valores do auxílio emergencial seria de R$ 250 e duraria por quatro meses.
Contudo, o governo vem estudando agora uma outra modalidade de pagamentos, que vai depender da composição familiar para atingir determinados valores. Por exemplo, o governo quer pagar um valor de R$ 375 para as mães chefes de família, no caso de famílias com um só membro o governo estuda liberar um ticket de R$ 150, já para os demais grupos famílias o valor ficaria em R$ 250.
Vale lembrar que o valor que será pago para famílias com um membro só ainda está em discussão e o governo prevê ainda outras possibilidades para este grupo, como no caso de pagar R$ 125, R$ 175 ou manter os R$ 150.
Calendário de pagamentos
Com relação ao calendário de pagamentos ainda não temos nenhum parecer do governo, como mencionado no início do conteúdo, essas definições só estarão disponíveis quando o governo editar a Medida Provisória (MP) com toda a definição da nova prorrogação.
Contudo, um grupo em específico pode ter seu calendário já definido. Este grupo é o de inscritos no Bolsa Família. Como os inscritos do Bolsa Família possuem um calendário específico para recebimento de seu benefício, onde o calendário é definido conforme o Número de Identificação Social (NIS). O pagamento do auxílio emergencial deve seguir o mesmo calendário do programa social, tendo em vista que os beneficiários do Bolsa Família deixam de receber o valor do benefício para receber o valor do auxílio emergencial.
Para este mês por exemplo o calendário de pagamentos do Bolsa família é o seguinte:
NIS Final 1 – Recebem dia 18 de março
NIS Final 2 – Recebem dia 19 de março
NIS final 3 – Recebem dia 22 de março
NIS final 4 – Recebem dia 23 de março
NIS final 5 – Recebem dia 24 de março
NIS final 6 – Recebem dia 25 de março
NIS final 7 – Recebem dia 26 de março
NIS final 8 – Recebem dia 29 de março
NIS final 9 – Recebem dia 30 de março
NIS final 0 – Recebem dia 31 de março
Como o presidente da Câmara, Arthur Lira, informou que o pagamento do auxílio deve acontecer este mês. Caso não ocorre atrasos da aprovação da PEC bem como da liberação da MP que libera os pagamentos do auxílio, os inscritos do Bolsa Família podem receber a primeira parcela neste calendário.
Aprovação da PEC na Câmara
Com a aprovação da PEC Emergencial no Senado com 63 votos favoráveis e 14 contrários, os senadores estipularam R$ 44 bilhões de limite para custear a nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial.
Agora o projeto segue para votação na Câmara dos deputados, com o valor limite de R$ 44 bilhões, o saldo seria possível para o pagamento de quatro parcelas no valor de R$ 250, atingindo um número menor de pessoas que terão direito a nova rodada de pagamento do auxílio.
O atual presidente da Câmara, Arthur Lira, (PP-AL) já afirmou em entrevista coletiva que o projeto terá prioridade para tramitação e que deve ter votação iniciada já na próxima segunda-feira e caso ocorra um acordo entre os lideres a PEC pode ser apreciada já na quarta-feira (10).
Oposição pede auxílio de R$ 600
Opositores do governo na Câmara, pedem a volta do auxílio emergencial com parcelas de R$ 600. “Nós estamos articulando para aumentar. Não tem nenhuma razão para aprovar do jeito que foi colocado. E mesmo que seja no valor de R$ 250, que Bolsonaro anda falando, foram reservados R$ 44 bilhões, o que não atende a necessidade do povo brasileiro; ano passado foram utilizados R$300 bi. Tentaremos fazer com que se vote apenas o auxílio, separando as restrições fiscais para outro momento”, disse o vice-líder do PCdoB na Câmara, o deputado federal Daniel Almeida.
O mesmo ressalta ainda que o objetivo é “recuperar o mesmo valor e o mesmo critério do auxílio anterior”, tendo como base “R$ 600 e podendo chegar a R$ 1200, para mulher chefe de família”.
A deputada Lídice da Mata (PSB) classificou como “inaceitável” a proposta apresentada pelo governo federal para o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial, com valores entre R$ 150 e R$ 375, sendo o mais alto para os casos de mulher com filhos, nos moldes que ocorreu em 2020.
Ela defende os R$ 600 e lembra que esse número é baseado no valor médio da cesta básica no país.
“Nós queremos e estamos convencidos de que o auxílio emergencial ajudou a salvar a vida das pessoas e a economia do Brasil, com R$ 600. A proposta do governo de variar entre um pouco mais de R$ 300 até r$ 150 é inaceitável. Isso significa que as pessoas vão ter que optar entre comprar o gás ou comprar comida. O gás na Bahia, por exemplo, está custando entre R$85 e R$ 100; em algumas regiões do país bate R$ 110. Como é que pode ter um auxílio emergencial neste valor? Então não será um auxílio emergencial, vai ser o bolsa gás”, criticou Lídice.
Vale lembrar que caso a Câmara altere pontos importantes do texto, a PEC precisará voltar novamente para o Senado para que possa receber o apoio ou novas mudanças por parte do Senado, o que pode acabar atrasando ainda mais a liberação das novas parcelas do auxílio.
´´MTé/Noticia“
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Bolsonaro já esteve três vezes com primeiro-ministro da Hungria
O ex-presidente Jair Bolsonaro já esteve reunido oficialmente pelo menos três vezes com o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, a quem considerou como “praticamente um irmão”. No mês passado, Bolsonaro em Brasília após ter tido seu passaporte apreendido pela Polícia Federal, noticiado pelo jornal norte-americano New York Times. 

Ao explicar a estadia na embaixada, a defesa do ex-presidente disse que o motivo era “para manter contatos com autoridades do país amigo”. Como é do conhecimento público, o ex-mandatário do país mantém um bom relacionamento com o premier húngaro, com quem se encontrou recentemente na posse do presidente Javier Milei, em Buenos Aires. “Nos dias em que esteve hospedado na embaixada magiar, a convite, o ex-presidente brasileiro conversou com inúmeras autoridades do país amigo atualizando os cenários políticos das duas nações”, diz a nota da defesa de Bolsonaro.
O primeiro-ministro da Hungria está no posto desde 2010 e preside o Fidesz, partido de extrema-direita. Ele é alvo de críticas na comunidade internacional, principalmente pela política anti-imigratória implementada no país.
Nesta terça-feira (26), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu sua permanência na embaixada da Hungria. A Polícia Federal informou que do ex-presidente na embaixada.
Encontros
Antes de tomar posse, ainda em 2018, Bolsonaro e a possibilidade de firmar possíveis parcerias entre Brasil e Hungria. Na ocasião, Bolsonaro disse que a Hungria “sofreu muito com o comunismo no passado”. “A Hungria é um país que sofreu muito com o comunismo no passado, tem um povo que sabe o que é ditadura. O povo brasileiro não sabe o que é ditadura aqui ainda. Não sabe o que é sofrer nas mãos dessas pessoas.”
Orbán foi um dos dez chefes de Estado e de governo que participaram da posse de Bolsonaro, em janeiro de 2019.
Em fevereiro de 2022, Bolsonaro fez uma , onde se reuniu com Viktor Orbán e participou da assinatura de memorandos de entendimento entre os dois países nas áreas de defesa, cooperação humanitária e gestão de recursos hídricos e saneamento de águas.
Na declaração à imprensa, o então presidente Jair Bolsonaro ressaltou que considera a Hungria um país irmão e destacou a boa relação com Orbán. “Essa passagem por aqui é rápida, mas deixará um grande legado para os nossos povos. Acredito na Hungria, acredito no prezado Orbán, que eu trato praticamente como um irmão, dada as afinidades que nós temos na defesa dos nossos povos e na integração dos mesmos”, concluiu.
Antes de deixar o país, Bolsonaro e a comitiva brasileira participaram de um almoço oferecido por Viktor Orbán.
Redes sociais
Durante as eleições de 2022, Orbán gravou um vídeo dirigindo-se ao . “Estamos falando de um presidente que, apesar de toda a esquerda atual e o globalismo, foi corajoso o suficiente para colocar o Brasil em primeiro e Deus acima de tudo”, disse Orbán, no vídeo que foi reproduzido nas redes sociais de Bolsonaro.
O brasileiro agradeceu o apoio do primeiro-ministro. “Meu muito obrigado ao Primeiro-Ministro da Hungria Viktor Orban pelo reconhecimento do trabalho que temos feito para recuperar nossa economia, controlar a inflação, gerar empregos, combater o crime e defender nossos valores”, disse Bolsonaro.
Em dezembro do ano passado, durante a posse do presidente da Argentina, Javier Milei. Na ocasião, Orbán publicou em suas redes sociais uma foto com Bolsonaro. “Estamos em Buenos Aires para celebrar a grande vitória do presidente Javier Milei. Tive o prazer de encontrar com meu grande amigo, o presidente Jair Bolsonaro. A direita está crescendo não apenas na Europa, mas por todo o mundo”, escreveu Orbán.
Em resposta, Bolsonaro escreveu: “O prazer é meu, primeiro-ministro. Sempre é bom ver você e é incrível ler essas palavras”
“Agência Brasil”

