ESTELIONATÁRIOS E INVASORES DE TERRAS TRAZEM O MEDO A PRODUTORES RURAIS DA COMUNIDADE SANTA JÚLIA

Estelionatários e invasores de terras trazem o medo a produtores rurais em comunidade de Novo Progresso

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JUSTIÇA

Produtores rurais residentes na Comunidade Santa Júlia no município de Novo Progresso, estado do Pará, vêm sendo alvos de uma suposta quadrilha de estelionatários vinda do estado de Rondônia que arquitetaram um ardiloso golpe a ser aplicado em produtores rurais locais, os fatos estão sendo apurados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual e relatam crimes de estelionato, ameaça e tentativa de invasão de imóvel rural.

Os produtores rurais vítimas do golpe, das ameaças e das tentativas de invasão do imóvel rural estão vivendo dias de terror e, segundo relato de moradores, na Comunidade Santa Júlia impera o medo, tendo em vista que os golpistas circulam impunemente pela comunidade localizada na zona rural do município de Novo Progresso.

Entenda o Golpe

O golpe envolve várias etapas e pessoas, cada uma com um papel previamente definido no esquema do crime de estelionato. Desse modo, através de um corretor local um suposto comprador, que se apresenta como advogado e funcionário público aposentado da Justiça Federal, inclusive enviando foto de documentos pessoais e profissionais, entra em contato procurando uma área para compra do tipo “porteira fechada” e ao escolher a área e as vítimas, começam as negociações, tudo on line via whats app; fechado o negócio verbalmente, por meio de conversas no whats app, começam as tratativas para elaboração do contrato. Neste momento, aparecem pessoalmente dois casais de golpistas, indicados pelo comprador virtual para figurarem no contrato de compra e venda e, por fim, o contrato é feito apenas no nome das supostas esposas e elaborado por advogado local cooptado pelos golpistas. Contratos assinados, e nas mãos dos golpistas os documentos originais dos imóveis rurais e dos bens existentes na propriedade, iniciam-se as simulações de pagamento dos valores, que nunca caem nas contas dos vendedores; sendo ainda, simulado pagamentos, pelos compradores que estão na cidade, em contas indicadas pelo suposto comprador virtual. É neste ponto que o golpe é descoberto, o comprador virtual não mais responde às mensagens ou atende ligações, e começam as ameaças e as tentativas de invasão pelos golpistas que estão na cidade e, pelos que posteriormente chegam, um se apresentando como cobrador da dívida e outro como pistoleiro.  “Um escritório de advocacia de Novo Progresso foi contratado para defender os estelionatários”.

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Veja imagem dos Estelionatários

Vitimas em Santa Julia

As vítimas do golpe são os produtores rurais sr. Valdecir Rossetto e sra. Noeli Rossetto, moradores da Comunidade Santa Júlia há mais de 20 anos, pessoas idosas, de boa índole e trabalhadoras, que tiveram que recorrer às autoridades policiais civil e militar e ao Poder Judiciário para garantirem a proteção de seus direitos possessórios e a segurança deles e de seus familiares.

Os produtores rurais Valdecir Rossetto e sra. Noeli Rossetto vítimas do golpe, das ameaças e das tentativas de invasão do imóvel rural estão vivendo dias de terror e, segundo relato de moradores, na Comunidade Santa Júlia impera o medo, tendo em vista que os golpistas circulam impunemente pela comunidade (distante 30 km de Novo Progresso) localizada na zona rural do município de Novo Progresso.

Quem são os Golpistas

Já os golpistas são forasteiros, alguns deles com vasta ficha criminal em outros estados, sendo diversos os crimes cometidos e constatados em inquéritos policiais e processos judiciais, tais como ameaça, estelionato, invasão de imóveis, furto e até cumprimento de mandado de prisão. Os golpistas que estão atuando no município de Novo Progresso são: José Odilon da Rosa Almeida, Márcio dos Santos Beraldo, Sérgio dos Santos Beraldo, Natália Roberta da Silva, Andréia de Lima Sinotti, André da Silva Alves e Severino Alves de Souza.

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Alerta

Fica um alerta aos produtores rurais de Novo Progresso e região que fiquem atentos a este golpe, pode ser que os golpistas procurem novas vítimas para atacar.

Veja vida pregressa dos envolvidos

VIDA PREGRESSA CRIMINAL E CÍVEL
 ANDREIA DE LIMA SINOTTI (comprovação em anexo)
SPC/SERASA
– PROTESTOS – data 25/08/2020 – R$ 2.940,20 – Buritis/RO
– PROTESTOS – data 25/08/2020 – R$ 3.249,86 – Buritis/RO
* SERGIO SANTOS BERALDO, processos cíveis de cobrança quanto a compra de gado e não pagamento, bem como processo criminal de Estelionato, colaciono abaixo;

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NATALIA ROBERTA DA SILVA,  processo criminal e cível, onde comprou uma propriedade e não realizou o pagamento da mesma, conforme abaixo colacionado:tttttttttttttttttttttttttttttttt

 Ainda a mesma, em menos de um ano declara que é hipossuficiente, conforme extraído do corpo da ação cível em anexo a esta abaixo:

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**  MÁRCIO SANTOS BERALDO é réu em vários processos de cobrança judicial, onde os credores não conseguem localizar seu endereço, dificultando a efetivação da busca pelo crédito, conforme print extraído da telo do PJE- TJ/RO, abaixo colacionado:beraldo1

Bem como já foi preso por FURTO:

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“Página12”

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JUSTIÇA

8 de Janeiro: dos mais de 1,4 mil presos, 141 continuam na cadeia e 44 estão em prisão domiciliar

Publicados

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Por Reynaldo Turollo Jr,

Estátua 'A Justiça', de Alfredo Ceschiatti, pichada por vândalos do 8 de janeiro, em frente à sede do STF, em Brasília — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

               Estátua ‘A Justiça’, de Alfredo Ceschiatti, pichada por vândalos do 8 de janeiro, em frente à sede do STF, em Brasília — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Dos mais de 1,4 mil presos do 8 de Janeiro e de outros processos relacionados aos ataques à democracia, 141 permanecem na cadeia e 44 estão em prisão domiciliar — parte desses com tornozeleira eletrônica, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Dos 141 que estão na cadeia, 112 já foram condenados por crimes como golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Os outros 29 estão em prisão preventiva aguardando o julgamento — incluindo o general Walter Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro.

Os dados são de um levantamento feito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (12) a pedido do g1.

Em 8 de janeiro de 2023 e no dia seguinte em frente ao quartel-general do Exército, 1.406 pessoas foram presas em flagrante.

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Após a realização das audiências de custódia ainda naquele mês, o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos no STF, manteve 942 pessoas presas preventivamente.

A maioria já deixou a cadeia porque cometeu crimes menos graves e, por isso, respondeu em liberdade e já cumpriu a pena. Houve também pessoas que fizeram acordo para se livrar do processo e de uma eventual condenação.

Crimes menos graves

Segundo os dados atualizados, 552 investigados pelo 8 de janeiro assinaram Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com a Procuradoria-Geral da República, homologado pelo STF.

Pela lei, o ANPP é possível quando a pessoa é acusada de cometer crimes menos graves, com pena mínima inferior a quatro anos. Esse era o caso da maioria dos presos no acampamento em frente ao QG do Exército, em Brasília, acusados de praticar incitação ao crime e associação criminosa.

Ao fecharem acordo, essas pessoas assumiram os delitos e se comprometeram a cumprir uma série de condições impostas pelo Supremo, como não reincidir, prestar serviços à comunidade e pagar multa de R$ 5 mil.

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Dos acusados dos crimes menos graves que não assinaram acordo, 359 foram condenados, mas já não estão na prisão. O tribunal informou que 131 ações foram extintas por cumprimento integral da pena.

Crimes mais graves

Já entre os acusados dos crimes mais graves — tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa e deterioração de patrimônio público —, 279 foram condenados pelo Supremo.

As penas chegam a até 17 anos de prisão, dependendo do nível de envolvimento do réu nos atos violentos.

É nesse grupo que estão os 112 que continuam presos em regime fechado. O restante deixou a cadeia, por exemplo, progredindo de regime.

Somadas, as condenações por crimes menos graves (359) e por crimes mais graves (279) totalizam 638, de acordo com o Supremo. Houve também dez absolvições ao final dos processos.

A Corte informou que arrecadou quase R$ 3 milhões em prestação pecuniária, um valor pago por condenados como parte da punição e destinado à reparação dos danos causados pelos crimes

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