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Erupção de vulcão no Havaí ameaça principal rota de transporte da Ilha Grande

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A lava que flui do Mauna Loa, no Havaí, que é o maior vulcão ativo do mundo e entrou em erupção nesta semana, está se aproximando da principal rodovia da Ilha Grande (ou Ilha Havaí).

O Observatório de Vulcões Havaianos do Serviço Geológico dos Estados Unidos informou nesta sexta-feira que a frente principal do fluxo de lava está a 5,2 quilômetros da rodovia Daniel K. Inouye, também conhecida como Saddle Road, e poderia alcançá-la em uma semana.

Mas o Serviço Geológico norte-americano também disse que, devido à natureza imprevisível dos fluxos de lava, é “difícil estimar quando ou se o fluxo afetará” a rodovia, que é a principal estrada leste-oeste da ilha.

Se a rodovia principal for cortada, dizem as autoridades do condado do Havaí, o tráfego será redirecionado para as estradas costeiras, o que vai sobrecarregá-las e adicionar horas a viagem de Hilo, a maior cidade da Ilha Grande, para Kona, um centro turístico, que pela Rodovia Daniel K. Inouye levaria apenas 90 minutos.

Talmadge Magno, administrador da Agência de Defesa Civil do Condado do Havaí, disse a repórteres nesta semana que, se a lava fluir para a rodovia, é provável que o governo federal leve alguns meses para torná-la transitável novamente quando os fluxos cessarem.

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O Serviço Geológico diz que muitas variáveis influenciam exatamente para onde a lava se moverá e a que velocidade. Em terreno plano, os fluxos de lava se espalham e “inflam” –criando lóbulos individuais que podem avançar rapidamente e depois parar.

“Reteurs”

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Chefe da União Europeia tem GPS de avião bloqueado e Rússia é suspeita

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Líder do bloco pousou em segurança ma Bulgária; pilotos tiveram que usar mapas de papel para achar lugar da aterrissagem

Ivana Kottasová, da CNN
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tem GPS de avião bloqueado
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tem GPS de avião bloqueado  • Reprodução/Reuters

Um avião que transportava a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, foi alvo de interferência no sistema de navegação GPS, enquanto tentava pousar na Bulgária no domingo (31), informou um porta-voz da comissão à CNN.

A comitiva recebeu “informações das autoridades búlgaras de que suspeitam que essa interferência flagrante tenha sido realizada pela Rússia”, disse o porta-voz.

O avião pousou em segurança, disse o porta-voz. Uma fonte familiarizada com a situação disse à CNN que os pilotos pousaram o avião usando mapas de papel.

Von der Leyen e a comissão têm sido firmes apoiadores da Ucrânia enquanto Kiev tenta se defender da agressão não provocada da Rússia. Ela foi uma das líderes europeias que participaram da cúpula do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a Ucrânia na semana passada e tem instado consistentemente os Estados-membros da UE a alocarem mais recursos para ajudar a Ucrânia.

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O incidente ocorreu enquanto ela visitava os Estados-membros na parte oriental do bloco para angariar apoio à Ucrânia. “Este incidente ressalta a urgência da atual viagem da presidente aos Estados-membros da linha de frente, onde ela viu em primeira mão as ameaças diárias da Rússia e seus representantes”, disse o porta-voz da comissão à CNN.

A CNN entrou em contato com as autoridades búlgaras para obter comentários e solicitou que a Rússia comentasse as alegações.

A interferência do GPS que causa interrupções em voos e tráfego marítimo está há muito tempo entre as ferramentas do arsenal de guerra híbrida da Rússia.

Autoridades dos países escandinavos e bálticos têm afirmado repetidamente que a Rússia vem bloqueando regularmente o sinal de GPS na região. Após uma equipe de pesquisadores na Polônia e na Alemanha estudarem minuciosamente as interferências de GPS por um período de seis meses a partir de junho de 2024, eles também concluíram que a Rússia era a responsável, e que Moscou estava usando uma frota paralela de navios e seu enclave de Kaliningrado para isso.

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A União Europeia já havia sancionado diversas entidades e indivíduos ligados a Estados russos por estarem por trás de incidentes de interferência.

“Isso reforçará ainda mais nosso compromisso inabalável de aumentar nossas capacidades de defesa e o apoio à Ucrânia”, acrescentou o porta-voz.

A viagem à Bulgária fez parte da visita de von der Leyen a vários Estados da União Europeia que fazem fronteira com a Rússia, a Bielorrússia e o Mar Negro.

A viagem teve como objetivo mostrar força e união enquanto a Rússia continua atacando cidades ucranianas e sabotando qualquer tentativa de chegar a um acordo de cessar-fogo.

A presidente visitou a Letônia e a Finlândia na sexta-feira (29), a Estônia no sábado e a Polônia e a Bulgária no domingo. Ela completou a viagem na segunda-feira (1º), visitando a Lituânia e a Romênia.

Em discurso na capital búlgara logo após o incidente aéreo, mas antes que se tornasse público, von der Leyen disse que a Europa precisava “manter o senso de urgência”.

“(O presidente russo Vladimir) Putin não mudou e não mudará. Ele é um predador. Ele só pode ser controlado por meio de uma forte dissuasão”, disse ela.

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