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assessor de Braga Netto deve ser incluído em lista de indiciados

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PF encontrou documento que indicava tentativa de acesso a delação de Mauro Cid; anotações estavam em uma mesa do coronel Flávio Botelho Peregrino

Braço-direito do general Walter Braga Netto, o coronel Flávio Botelho Peregrino deve ser um dos próximos indiciados pela Polícia Federal (PF) na investigação que apura uma tentativa de golpe de Estado no país.

A lista de indiciados divulgada no fim de novembro começou com 37 pessoas (entre elas o ex-presidente Jair Bolsonaro e o próprio Braga Netto) e foi ampliada para 40 na semana passada.

Segundo fontes que acompanham as apurações, ainda há margem para a inclusão de novos nomes. Peregrino deve ser um deles, mas isso só deve ocorrer depois que a PF analisar o material apreendido na operação de sábado, como notebooks e celulares.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que há “elementos sugestivos” de que Peregrino e Braga Netto “estavam associados aos propósitos de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e execução de golpe de Estado”.

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Documentos localizados pelos policiais na sede do PL – mais especificamente, na mesa de Peregrino – reforçam a leitura de que o indiciamento do assessor de Braga Netto é “questão de tempo”, segundo relatou à CNN uma fonte da investigação.

“CNN”

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Moraes envia à PGR defesas de acusados de golpe

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Gonet tem cinco dias para se manifestar, e então caso estará liberado para julgamento

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) as contestações das defesas dos acusados pela tentativa de golpe de Estado.

A CNN antecipou que Moraes faria a remessa em um “bloco único”, quando todas as petições das defesas estivessem protocoladas, o que aconteceu na noite de sexta-feira.

Agora, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, tem cinco dias para se manifestar. O prazo começa a contar segunda-feira e vai até sexta.

Depois, o caso estará liberado para julgamento, o que deve ocorrer ainda no mês de março, segundo projeções de fontes do Supremo.

“CNN”

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