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Menina nasce com 26 dedos e um pé no joelho; pais relatam dificuldades

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Alice, nascida em 31 de dezembro de 2021, enfrenta uma jornada médica desafiadora desde seu nascimento. A menina, que vive com a síndrome de Laurin-Sandrow, uma doença genética rara que causa malformações, já passou por diversas cirurgias, incluindo a amputação de uma perna.

Com 26 dedos e sem polegares nas mãos, Alice ainda tem mais duas cirurgias pela frente: a amputação da outra perna em maio e a construção de um polegar a partir de um dos dedos extras em outubro.

Os pais de Alice, Mickaël e sua esposa, decidiram processar o obstetra que a acompanhou durante a gravidez por não ter detectado as malformações antes do nascimento. “A nossa filha tem mais de 80% de deficiência, não escolhemos esta vida, nem ter uma filha deficiente. A nossa vida é um inferno todos os dias”, desabafou Mickaël ao jornal francês L’Aisne.

Mesmo diante dos desafios, Mickaël e sua esposa se esforçam para proporcionar a Alice uma vida o mais normal possível. Os avós cuidam da menina enquanto os pais trabalham, pois nenhuma creche a aceita devido à sua condição. “Ela está um pouco atrasada em relação às crianças da mesma idade que frequentam a escola e convivem”, explica Mickaël.

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Fiéis sobem o Morro da Capelinha nesta Sexta-Feira Santa

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Tradição da Sexta-Feira Santa reúne milhares de fiéis que encaram a subida do Morro da Capelinha, em Planaltina (DF), como gesto de fé e agradecimento

Na manhã desta Sexta-Feira Santa, milhares de fiéis enfrentam do calor à chuva até a longa subida do Morro da Capelinha, em Planaltina (DF). A movimentação começou cedo. Por volta das 8h, famílias inteiras já caminhavam em sentido ao topo, algumas em oração, outras descalças ou de joelhos. O clima é de devoção e muita emoção.

Entre os que subiram o morro, está Eleni da Paz, 54 anos, moradora de Planaltina, que participa da procissão há 15 anos e, este ano, agradece pela vida dos filhos. “Eu e meu marido ficamos cinco anos na Vara da Infância até conseguirmos adotar nossos dois filhos. Todo ano vínhamos pedir e agora só temos o que agradecer”, contou, emocionada. 

Já Maria Eduarda Silva, de 23, subiu pela primeira vez. Acompanhada do namorado, a moradora de Sobradinho foi pagar as promessas que fez nos últimos anos. “Foi muito desafiador mas, ao mesmo tempo, muito gratificante”, explica. Para ela, o Morro representa o sacrifício. “Não só pra quem está subindo, mas também para e sobre Jesus que se sacrificou por nós”, completa. 

Enquanto os fiéis seguem o percurso com seus terços e orações, a estrutura para a encenação da tradicional da Paixão de Cristo é preparada para receber milhares de pessoas no período da tarde. 

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