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DF registra temperaturas altas, mas sem onda de calor

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Segundo Camila Frez, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), calor intenso deve continuar durante toda, mas sem riscos de onda de calor

O Distrito Federal amanheceu com o céu aberto e poucas nuvens nesta quinta-feira (20/2). A temperatura mínima registrada foi de 16 °C, na estação de Águas Emendadas, em Planaltina, e a máxima prevista para o dia é de 32 °C. A capital tem enfrentado dias de calor intenso, no entanto, segue sem o risco de uma onda de calor, conforme explicou a meteorologista Camila Frez.

Segundo a especialista, a previsão é de tempo seco, sem chuvas para esta quinta (20/2) e também nos próximos dias. “Estamos enfrentando um cenário típico de verão, mas sem previsão de precipitações. Isso é comum para esta época e estação”, disse Camila ao Correio.

A meteorologista também alertou para os cuidados necessários em dias de calor, principalmente durante o pico de temperaturas, entre 11h e 15h. “É fundamental que a população se mantenha bem hidratada e evite exposição ao sol durante os períodos mais quentes do dia”, orientou.

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Segundo Frez, o clima quente deve se manter até o final da semana, com a previsão de dias de sol e sem chuvas. “Até o fim de semana, as condições permanecem estáveis, com temperaturas altas e sem precipitações”, concluiu Camila. Segundo a meteorologista, moradores do DF podem se programar para atividades ao ar livre, mas é importante tomar precauções contra os efeitos do calor.

“CB”
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Fiéis sobem o Morro da Capelinha nesta Sexta-Feira Santa

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Tradição da Sexta-Feira Santa reúne milhares de fiéis que encaram a subida do Morro da Capelinha, em Planaltina (DF), como gesto de fé e agradecimento

Na manhã desta Sexta-Feira Santa, milhares de fiéis enfrentam do calor à chuva até a longa subida do Morro da Capelinha, em Planaltina (DF). A movimentação começou cedo. Por volta das 8h, famílias inteiras já caminhavam em sentido ao topo, algumas em oração, outras descalças ou de joelhos. O clima é de devoção e muita emoção.

Entre os que subiram o morro, está Eleni da Paz, 54 anos, moradora de Planaltina, que participa da procissão há 15 anos e, este ano, agradece pela vida dos filhos. “Eu e meu marido ficamos cinco anos na Vara da Infância até conseguirmos adotar nossos dois filhos. Todo ano vínhamos pedir e agora só temos o que agradecer”, contou, emocionada. 

Já Maria Eduarda Silva, de 23, subiu pela primeira vez. Acompanhada do namorado, a moradora de Sobradinho foi pagar as promessas que fez nos últimos anos. “Foi muito desafiador mas, ao mesmo tempo, muito gratificante”, explica. Para ela, o Morro representa o sacrifício. “Não só pra quem está subindo, mas também para e sobre Jesus que se sacrificou por nós”, completa. 

Enquanto os fiéis seguem o percurso com seus terços e orações, a estrutura para a encenação da tradicional da Paixão de Cristo é preparada para receber milhares de pessoas no período da tarde. 

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”CORREIOBRAZILIENSE”

 

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