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Mesmo com uma a mais desde o início, Brasil sofre com desentrosamento e forte marcação adversária

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Com muitas reservas em campo mas atuando com uma jogadora a mais desde o início do jogo, a seleção brasileira feminina venceu Zâmbia por 1 a 0 nesta terça-feira, em Saitama, no encerramento da fase de grupos das Olimpíadas de Tóquio, e se classificou em segundo lugar no Grupo F. Andressa Alves marcou, de falta, o gol da partida. O Brasil terminou com os mesmos sete pontos da Holanda, que goleou a China por 8 a 2 e ficou em primeiro pelo saldo de gols. Na próxima sexta-feira, a seleção brasileira vai enfrentar o Canadá, em Miyagi, pelas quartas de final.

CONFRONTOS DAS QUARTAS DE FINAL

Com o fim da fase de grupos, os confrontos de quartas de final foram definidos. A Holanda vai enfrentar a seleção dos Estados Unidos (segunda do Grupo G), na reedição da final da Copa do Mundo de 2019, vencida pelas americanas. Primeira colocada do G, a Suécia vai jogar contra o Japão, terceiro do E. Já a Grã-Bretanha, primeira colocada do Grupo E, jogará contra a Austrália, terceira do G.

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TROCA DA GOLEIRA, EXPULSÃO E GOL

O começo do jogo foi marcado por muito tempo de paralisação para atendimentos. Aos nove minutos, Ludmila sofreu falta e caiu em cima da goleira Nali, que levou uma joelhada no rosto e precisou sair para a entrada de Musole. Chamada pelo VAR, a árbitra expulsou a zagueira Mweemba, que derrubou Ludmila em clara oportunidade de gol. Após quase dez minutos de interrumpção, Andressa Alves abriu o placar para o Brasil na cobrança da falta, aos 18. Pouco depois, Bia Zaneratto sofreu um choque de cabeça com Kundananji e também não pôde seguir em campo, substituída por Giovana Queiroz.

Ludmila acerta involuntariamente o rosto da goleira Nali, de Zâmbia, após sofrer falta (Foto: Mike Ehrmann/Getty Images)

JOGO TRUNCADO

Com mais da metade do time titular modificado, o Brasil sofreu com o desentrosamento, além da marcação forte de Zâmbia, e teve dificuldades para criar boas chances de gol na primeira etapa. O panorama não mudou muito no segundo tempo, e mesmo com as seis mudanças feitas pela técnica Pia Sundhage – uma mudança extra foi permitida pela contusão de Bia Zaneratto -, o Brasil não conseguiu encontrar uma boa organização ofensiva.

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“GE”

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