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Elas ficaram em terceiro lugar na regata decisiva, o que foi suficiente para o primeiro lugar no pódio na classe 49erFX

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As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze são bicampeãs olímpicas. Nesta terça-feira, elas faturaram a medalha de ouro na classe 49erFX da vela nas Olimpíadas de 2020. Para repetirem o feito alcançado nos Jogos do Rio, em 2016, ficaram na terceira posição na medal race, realizada na Baía de Enoshima. 

Martine e Kahena precisaram esperar um dia para conquistarem a segunda medalha olímpica de ouro. Afinal, a regata decisiva da 49erFX, antes agendada para segunda-feira, foi adiada por causa da falta de ventos.

Nesta terça, então, quando os barcos puderam ir à água, Martine e Kahena começaram bem a disputa. Passaram na primeira marcação em terceiro lugar, atrás das embarcações da Argentina e Noruega, o que era suficiente para colocá-las na primeira posição na classificação geral. E esse cenário se manteve na segunda e na terceira marcações do evento, assim como na conclusão da regata.

Martine e Kahena terminaram o evento com 76 pontos perdidos. A dupla da Alemanha, com Tina Lutz e Susann Beucke, levou a prata, com 83. E o bronze foi para as holandesas Annemiek Bekkering  e Annette Duetz, com 88 pontos perdidos.

Agora, o Brasil passa a somar 12 medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, sendo 3 ouros, 3 pratas e 6 bronzes. Além disso, há duas outras asseguradas na disputa do boxe. Essa também foi a 19ª medalha olímpica conquistada pelo Brasil na vela, sendo a primeira nos Jogos de Tóquio. São, agora, oito ouros, três pratas e oito bronzes na modalidade.

“Difícil de acreditar”, diz Martine

Antes da medal race, Martine e Kahena venceram duas das 12 regatas realizadas em Enoshima. Nas outras dez, tiveram um segundo lugar, uma quinta posição, dois sextos, um sétimo, três décimos lugares, um 12º e um 15º, que acabou sendo descartado por ser o pior delas no evento.

Assim, chegaram na segunda posição na classificação geral à regata decisiva das Olimpíadas, atrás das holandesas Annemiek Bekkering e Anette Duetz, mas assumiram a liderança na medal race. “Foi um campeonato de recuperação. Aconteceram coisas que a medalha de ouro parecia longe. Mas a gente nunca desistiu”, afirmou Kahena, à TV Globo. “Está difícil de acreditar. Foi uma semana muito difícil de velejar, muita dificuldade pelo caminho”, acrescentou Martine. 

As bicampeãs olímpicas

Amigas desde a adolescência, Martine e Kahena foram campeãs mundiais júnior em 2009, na classe 420. Elas fixaram uma dupla a partir do ciclo para os Jogos do Rio-2016 e, desde então, têm dominado a 49erFX. Afinal, foram campeãs olímpicas há cinco anos e agora repetem o feito nas Olimpíadas de  Tóquio. Isso, inclusive, faz Martine igualar o seu pai, Torben Grael, como dona de dois ouros. 

Nesse período, elas também foram campeãs mundiais em 2014 e ficaram com o vice em 2013, 2015, 2017 e 2019. Nos Jogos Pan-Americanos, levaram a medalha de prata em 2015 e o ouro em 2019, ano em que foram porta-bandeiras da delegação brasileira na cerimônia de abertura. 

Agora, o Brasil passa a contar com 15 atletas bicampeões olímpicos. Martine e Kahena se juntaram a um seleto grupo que possuía outros 13 nomes. São eles:  Adhemar Ferreira da Silva (atletismo), Torben Grael, Marcelo Ferreira e Robert Scheidt (vela), Maurício Lima, Giovane Gávio e Serginho (vôlei masculino), Fabi Oliveira, Jaqueline Carvalho, Fabiana Claudino, Paula Pequeno, Thaísa Menezes e Sheilla Castro (vôlei feminino).

“CNN BRASIL”

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Na estreia do Campeonato Paulista, Santos FC empata com a Inter de Limeira

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Na noite desta quarta-feira (26), o Santos FC realizou sua estreia no Campeonato Paulista e na temporada de 2022, diante da Internacional de Limeira, no Estádio Major José Levy Sobrinho. E no primeiro jogo do ano, o time santista empatou com o time da casa em 0 a 0.

No sábado (29), o time santista entra em campo pela 2ª rodada do estadual, e fará sua estreia na Vila Belmiro em 2022, diante do Botafogo-SP, às 11h00.

O jogo
A primeira etapa foi concentrada principalmente no meio campo, e as duas equipes criaram poucas chances de gol.

O Santos FC teve seu melhor momento no primeiro tempo aos 24 minutos. Gabriel Pirani colocou na grande área, e Marcos Leonardo chegou primeiro que a marcação, mas colocou a bola pela linha de fundo.

Antes do árbitro encerrar os primeiros 45 minutos, Gabriel Pirani recebeu cartão vermelho.

Na volta para a segunda etapa, o time santista voltou melhor. E antes do relógio marcar o primeiro minuto, Lucas Braga cruzou na área e Vinícius Zanocelo cabeceou com perigo, e a bola saiu ao lado da trave direita.

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Aos 26 minutos, Marcos Leonardo é derrubado próximo a entrada da área, e ele mesmo vai para a cobrança. O camisa 9 capricha, e a bola passa muito próxima ao gol, batendo na rede pelo lado de fora.

O meia Bruno Oliveira realizou sua estreia ao entrar na vaga de Camacho, e aos 35 minutos, ele teve a chance de já estrear com um gol marcado. Marcos Leonardo envolve a marcação e toca para Bruno já dentro da área. Em velocidade, ele bate e a bola para na rede pelo lado de fora.

FICHA TÉCNICA
AA Internacional de Limeira 0 x 0 Santos FC
Local: Estádio Major José Levy Sobrinho (Limeirão), em Limeira, São Paulo.
Data: quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
Horário: 19h00
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo
Assistentes: Luiz Alberto Andrini Nogueira e Mauro Freitas
Cartões Amarelos: Jhony Douglas e Léo Duarte (AAIL); Camacho (SFC)
Cartão Vermelho: Gabriel Pirani (SFC)
AA Internacional de Limeira: Lucas Frigeri; Léo Duarte (Celsinho), Rodolfo Filemon, Xandão e Rafael Carioca; Matheus Galdezani (Júlio Rusch), Jhony Douglas (Lima), Felipe Baxola e Geovane (Diego Tavares); Ronaldo Silva e Osman. Técnico: Vinicius Bergantin
Santos FC: João Paulo; Eduardo Bauermann, Luiz Felipe e Velázquez; Madson, Camacho (Bruno Oliveira), Vinícius Zanocelo, Gabriel Pirani e Lucas Braga; Marcos Guilherme (Vinícius Balieiro) e Marcos Leonardo (Ângelo). Técnico: Leandro Silva (auxiliar técnico)

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fonte: https://www.santosfc.com.br/na-estreia-no-campeonato-paulista-santos-fc-empata-com-a-inter-de-limeira/

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