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Globo erra e perde audiência ao imitar quadros de sucesso do SBT

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TV Globo está numa fase nada boa. Além de mandar inúmeros atores consagrados, que tinham contratos longos, embora, também tem errado feio e está perdendo audiência em sua grade de programação ao imitar quadros antigos e de sucesso do SBT, emissora concorrente da platinada.

Um levantamento mostra quais as atrações que tem imitado o canal de Silvio Santos. Confira!

Caldeirão com Mion

No começo de junho, o “Caldeirão com Mion” estreou um novo quadro chamado “Toque de Caixa”, que é igual ao que tinha no programa do Gugu no “Domingo Legal”: colocar a mão em um bicho misterioso.

Toque de Caixa de Marcos Mion: o jogo começa com um sorteio: quem tira um “mionzeira” começa a brincadeira. A cada rodada, a dupla se divide e escolhe um número no telão. Primeiro, o parceiro confere o que tem dentro da caixa e faz uma aposta: um ou dois pontos, caso acertem. Depois, o famoso tem 45 segundos para tentar adivinhar o tal conteúdo apenas pelo tato, com ouvidos e olhos tampados. Se errarem, são os adversários que ficam com os pontos. Quem fizer dez pontos primeiro carimba o passaporte para a segunda etapa do quadro.

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Mais Você

Já o programa “Mais Você”, comandado por Ana Maria Braga, ‘criou’ um quadro idêntico ao do “Programa da Eliana“, do SBT. O ‘Feed da Ana’ mostra vídeos engraçados, coisas inusitadas e desafios que está bombando na internet, assim como o ‘Famosos da Internet’, que é um quadro onde os autores dos vídeos com maior número de visualizações postados na internet, são convidados para virem ao palco da atração para comentar sobre a repercussão do vídeo na web.

Pipoca da Ivete

No dia 24 de julho estreou na tela da Gobo o “Pipoca da Ivete”, novo programa comandado por Ivete Sangalo. A atração dominical é um mix dos programas do SBT dos anos 90, e conta com gincanas e quadros iguais ao da emissora de Silvio Santos.

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Harry é intimado a apoiar a realeza contra a Netflix

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Em setembro de 2020, o príncipe Harry e Meghan Markle firmaram um acordo milionário com a Netflix. Dois anos se passaram e a gigante do streaming e os duques de Sussex vivem uma turbulência, que promete ficar mais forte nos próximos meses.

Conforme publicou o portal britânico Express, o caçula do rei Charles III será incentivado a se manifestar contra a empresa de filmes e séries pelo lançamento da quinta temporada de The Crown.“Príncipe Harry instado a apoiar a família real na tentativa de arquivar nova série de The Crown”, escreveu o Express no título de um artigo.

Prevista para chegar ao catálogo da Netflix em novembro, a nova leva de episódios trará as polêmicas do casamento dos pais do duque de Sussex, Charles e a princesa Diana. A morte trágica de Lady Di também irá desenrolar na quinta temporada. Os capítulos se concentrarão nos anos de 1990 a 1997.

Harry deve criticar a Netflix

Colunista do tabloide Daily Mail, Jan Moir se questionou sobre Harry se manifestar contra a Netflix pela “invasão” na vida da falecida mãe.

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“Certamente ele vai protestar contra essa nova ofensiva à memória de sua mãe, uma mulher que não está mais por perto para se defender das blasfêmias dos cineastas disfarçados de buscadores da verdade?”, ponderou a escritora. Segundo a imprensa, alguns episódios da série trazem o envolvimento de Diana com amantes, antes dela se divorciar de Charles.

Nas telinhas, Lady Di será interpretada pela atriz australiana Elizabeth Debicki. “Certamente ele estará repreendendo a Netflix na primeira oportunidade por essa intrusão grosseira na privacidade de sua família. Essa invasão é a representação do estado mental de sua mãe em seus momentos mais íntimos?”, exclamou Moir.

A colunista do Daily Mail acrescentou: “Ou isso é outro silêncio ensurdecedor que ouço de Montecito?”.

“O silêncio de um príncipe que tem seus próprios negócios lucrativos da Netflix para proteger. Sem mencionar os planos de colher a história real recente para o próprio ganho”, defendeu a escritora.

No ponto de vista dela, os eventos dramatizados em The Crown são atuais demais para “serem servidos como entretenimento para as massas”. “A escavação e exploração sexual do passado recente de uma família que não pediu essa atenção e que não pode fazer nada a respeito parece muito injusta”, endossou Jan Moir.

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“Metrópoles”

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