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Christiana Rocha fala sobre fim do ‘Casos de Família’: ‘Renascimento’

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Christiana Rocha desabafou sobre o fim do “Casos de Família”. O SBT interrompeu as gravações do programa após 18 anos no ar. A apresentadora ficou à frente da atração — antes comandada por Regina Volpato — durante 13 anos e avalia com serenidade o atual momento profissional.

“Tivemos uma reunião e ficou decidido que as gravações do Casos de Família iriam parar. O programa sairá do ar em 7 de setembro. Ficar com o mesmo programa por 13 anos é muito tempo. Tudo tem um lado bom. De repente, é bom dar uma parada”, afirmou.

Em pronunciamento gravado para as redes sociais, Christina avalia que a atração aborda temas relevantes. “Além dos memes, que é a parte engraçada, o programa é muito sério, toca em assuntos importantes. Talvez, o programa volte. Se voltar, legal. Pode voltar comigo ou com outra pessoa”, afirma.

De acordo com Christina, ela ainda não tem um novo projeto profissional definido, mas segue no quadro de funcionários da emissora. “Estou inteira, em paz, continuo contratada, meu contrato é [por tempo] indeterminado. Ciclos se fecham para outras janelas e portas se abrirem Independentemente do Casos de Família, eu sou a Christina Rocha apresentadora.”

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A apresentadora, que já comandou atrações como Aqui Agora, Fantasia e Alô Christina, se diz animada com as novas oportunidades. “Estou com vontade de ter novos desafios. Quando você passa muito tempo fazendo uma mesma coisa, você acaba ficando um pouco acomodada. Estou querendo mostrar outras facetas. Agora, não estou pensando se [o Casos de Família] vai voltar ou não, estou pensando na Christina. Sou uma nova Christina. Estava precisando desse renascimento.

“IstoÉ Gente”

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Harry é intimado a apoiar a realeza contra a Netflix

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Em setembro de 2020, o príncipe Harry e Meghan Markle firmaram um acordo milionário com a Netflix. Dois anos se passaram e a gigante do streaming e os duques de Sussex vivem uma turbulência, que promete ficar mais forte nos próximos meses.

Conforme publicou o portal britânico Express, o caçula do rei Charles III será incentivado a se manifestar contra a empresa de filmes e séries pelo lançamento da quinta temporada de The Crown.“Príncipe Harry instado a apoiar a família real na tentativa de arquivar nova série de The Crown”, escreveu o Express no título de um artigo.

Prevista para chegar ao catálogo da Netflix em novembro, a nova leva de episódios trará as polêmicas do casamento dos pais do duque de Sussex, Charles e a princesa Diana. A morte trágica de Lady Di também irá desenrolar na quinta temporada. Os capítulos se concentrarão nos anos de 1990 a 1997.

Harry deve criticar a Netflix

Colunista do tabloide Daily Mail, Jan Moir se questionou sobre Harry se manifestar contra a Netflix pela “invasão” na vida da falecida mãe.

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“Certamente ele vai protestar contra essa nova ofensiva à memória de sua mãe, uma mulher que não está mais por perto para se defender das blasfêmias dos cineastas disfarçados de buscadores da verdade?”, ponderou a escritora. Segundo a imprensa, alguns episódios da série trazem o envolvimento de Diana com amantes, antes dela se divorciar de Charles.

Nas telinhas, Lady Di será interpretada pela atriz australiana Elizabeth Debicki. “Certamente ele estará repreendendo a Netflix na primeira oportunidade por essa intrusão grosseira na privacidade de sua família. Essa invasão é a representação do estado mental de sua mãe em seus momentos mais íntimos?”, exclamou Moir.

A colunista do Daily Mail acrescentou: “Ou isso é outro silêncio ensurdecedor que ouço de Montecito?”.

“O silêncio de um príncipe que tem seus próprios negócios lucrativos da Netflix para proteger. Sem mencionar os planos de colher a história real recente para o próprio ganho”, defendeu a escritora.

No ponto de vista dela, os eventos dramatizados em The Crown são atuais demais para “serem servidos como entretenimento para as massas”. “A escavação e exploração sexual do passado recente de uma família que não pediu essa atenção e que não pode fazer nada a respeito parece muito injusta”, endossou Jan Moir.

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“Metrópoles”

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