Educação

País tem mais de 80 concursos públicos abertos para preencher 8,5 mil vagas

Há cargos para todos os níveis de escolaridade. Nesta segunda-feira (10), dez concursos começam a receber inscrições.

Publicado em

Educação

Por G1

Pelo menos 82 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (17) para preencher quase 8,5 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade

Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.

Nesta segunda-feira (17), pelo menos 10 concursos abrem o prazo de inscrições para mais de 750 vagas. Veja abaixo as informações de cada concurso:

 

Câmara Municipal de Uberlândia (MG)

  • Inscrições: até 08/07/2021
  • 20 vagas
  • Salário: R$ R$ 4.282,58
  • Cargo de nível médio e superior

 

 

Corpo de Bombeiros de Alagoas

  • Inscrições: até 21/06/2021
  • 170 vagas
  • Salários de até R$ R$ 9.602,72
  • Cargos de nível médio

 

 

Prefeitura de Goiatuba (GO)

  • Inscrições: até 10/06/2021
  • 78 vagas
  • Salários de até R$ R$ 3.063,00
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior

 

 

Prefeitura de Goiatuba (GO)

  • Inscrições: até 10/06/2021
  • 421 vaga
  • Salários de até R$ R$ 4.290,87
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior
Leia Também:  Enem 2021 tem 3,1 milhões inscritos confirmados, o menor número desde 2005

 

 

Prefeitura de Terra de Areia (RS)

  • Inscrições: até 18/05/2021
  • 21 vagas
  • Salários de até R$ 3.186,42
  • Cargos de nível fundamental e superior

 

 

Prefeitura de Vila Pavão (ES)

  • Inscrições: até 19/05/2021
  • 14 vagas
  • Salários de até R$ 11.040,29
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior

 

 

Prefeitura Municipal de Natividade da Serra (SP)

  • Inscrições: até 19/05/2021
  • 25 vagas
  • Salários de até R$ 14,34 hora/aula
  • Cargos de nível superior

 

 

Consórcio Complexo Nascente do Pantanal (MT)

  • Inscrições: até 27/05/2021
  • 1 vaga
  • Salários de até R$ 6.176,57
  • Cargo de nível superior

 

Prefeitura Municipal de São Valério do Sul (RS)

  • Inscrições: até 21/05/2021
  • 6 vagas
  • Salários de até R$ 905,79
  • Cargos de nível fundamental

 

 

Prefeitura Municipal de Catiguá (SP)

  • Inscrições: até 25/05/2021
  • 15 vagas
  • Salários de até R$ R$ 1.396,54
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior

´´G1/Globo“

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Educação

Prefeitura proíbe uso de celulares em sala de aula e no recreio

Publicados

em

Por Vinicius Lisboa

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta sexta-feira (2) decreto que restringe o uso de celulares nas escolas da rede municipal. Segundo a publicação assinada pelo prefeito, Eduardo Paes, os dispositivos só poderão ser usados antes da primeira aula e após a última, à exceção de casos especiais.

O decreto já entrou em vigor, mas seus efeitos passam a valer após 30 dias, segundo o texto. A Secretaria Municipal de Educação ainda precisará editar ato normativo para regulamentar a medida.

Proibição no recreio

A proibição do uso de celulares vale para dentro de sala de aula e também os intervalos entre as aulas, incluindo o recreio. Apenas na Educação de Jovens e Adultos será permitido o uso de celulares nos intervalos.

O decreto orienta que os celulares e demais dispositivos eletrônicos deverão ser guardados na mochila ou bolsa do próprio aluno, desligado ou ligado em modo silencioso e sem vibração. Apesar disso, a publicação deixa margem para que a equipe da escola adote outra estratégia de preferência.

Caso haja desrespeito à proibição, o decreto autoriza os professores a advertir os alunos e cercear o uso dos dispositivos em sala de aula.

Leia Também:  SP: reabertura de escolas amplia risco de covid-19 para 340 mil idosos

Exceções

Apesar da proibição, os professores podem propor a utilização dos celulares e dispositivos eletrônicos para fins pedagógicos, como pesquisas, leituras ou acesso a outros materiais educativos.

Os alunos com deficiência ou com condições de saúde que necessitam destes dispositivos para monitoramento ou auxílio de sua necessidade também têm autorização para mantê-los em funcionamento na escola.

O uso também pode ser liberado quando a cidade estiver classificada nos estágios operacionais 3, 4 e 5 pelo Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Isso ocorre em situações que causam impacto na rotina da cidade, como temporais que provocam alagamentos e incidentes graves de trânsito ou segurança pública.

Consulta pública

Antes de a prefeitura publicar o decreto, a Secretaria Municipal de Educação realizou uma consulta pública sobre a proibição, que contou com mais de 10 mil contribuições.

Segundo a secretaria, o resultado foi de 83% de respostas a favor, 6% contrárias e 11% parcialmente favoráveis.

Na época, o secretário municipal de educação, Renan Ferreirinha, destacou a relevância do resultado. “São números que mostram o grande interesse por essa discussão e o quanto a sociedade está consciente da importância e urgência que esse problema precisa ser enfrentado”.

Leia Também:  Educação Financeira #104: o que significa o lançamento da nota de R$ 200?

Apesar disso, especialistas ouvidos pela reportagem no lançamento da consulta pública avaliaram a proibição com ponderações. A pedagoga Rosemary dos Santos, pesquisadora da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), acredita que é mais importante trazer a discussão do uso desses dispositivos para a escola.

“O aluno vai usar em todos os lugares, menos na escola? Que lugar é esse da escola que abre mão de discutir o que é vivenciado por todo mundo? O uso excessivo não se dá porque o aluno usa o celular na escola, mas sim porque ele usa em todo lugar. As questões que emergem a partir desse uso precisam ser problematizadas em sala de aula. Não é o uso na escola que pode gerar depressão ou que pode levar o aluno a conteúdos inadequados. É o uso na sociedade. E a escola é um local adequado para essa discussão. Se o excesso de uso de tela gera problemas, a escola precisa discutir,” explicou.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA