ECONOMIA
Zona Norte de São Paulo Registra os Preços Médios Mais Baixos de Combustíveis em Janeiro
ECONOMIA
Gasolina, etanol e diesel S-10 são mais baratos na região, aponta levantamento da Edenred Ticket Log
A Zona Norte de São Paulo iniciou o ano com os preços médios mais baixos para os combustíveis em comparação às demais regiões da cidade, segundo dados da primeira quinzena de janeiro, divulgados pela Edenred Ticket Log. O levantamento, que analisa os preços praticados nos postos de combustível da cidade, indicou que, no período, a região apresentou os valores médios de R$ 6,03 para a gasolina, R$ 4,01 para o etanol e R$ 6,10 para o diesel S-10.
Comparação entre Regiões e Variação de Preços
Embora a Zona Norte tenha registrado os preços mais baixos, a Zona Leste superou a região no preço do diesel comum, que foi encontrado, em média, a R$ 5,94, um valor mais acessível em comparação ao diesel comum da Zona Norte, que em dezembro estava mais barato. Por outro lado, o Centro da cidade registrou os preços médios mais altos para a gasolina, etanol e diesel S-10. A gasolina na região central foi comercializada a R$ 6,24, o etanol a R$ 4,24 e o diesel S-10 a R$ 6,45.
A Zona Sul, por sua vez, teve o maior preço médio para o diesel comum, com o valor de R$ 6,32.
Diferenças no Preço dos Combustíveis e Impacto no Abastecimento
O levantamento mostrou que, em janeiro, a diferença de preços médios de gasolina entre a Zona Norte e o Centro chegou a R$ 0,21, o que representa uma variação de R$ 11,55 para abastecer um tanque completo de 55 litros, a capacidade média de veículos de passeio no Brasil. No caso do etanol, a variação foi de R$ 0,23, significando uma diferença de R$ 12,65 para um tanque cheio entre as zonas com os preços mais altos e mais baixos.
Metodologia do Índice de Preços
O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) é calculado com base nas transações realizadas nos 21 mil postos credenciados da empresa. A metodologia conta com uma robusta estrutura de data science que garante a precisão dos dados, considerando a quantidade de veículos administrados pela marca, que ultrapassa 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, uma marca da Edenred Brasil, é reconhecida pela sua experiência de mais de 30 anos no setor e pela adaptação às necessidades dos clientes, oferecendo soluções inovadoras para simplificar o cotidiano dos consumidores.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


