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Em junho, foram vendidas 133.578 unidades

Vendas de veículos novos crescem 0,22% no país

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ECONOMIA

As vendas de veículos automotores novos tiveram alta de 0,22% em junho na comparação com junho de 2021. Foram comercializados 133.578 veículos, ante 133.298 em junho do ano passado. Em comparação a maio último, houve queda de 4,21%.

No acumulado do ano (de janeiro a junho), as vendas somam 683.173 unidades, 15,04% a menos do que o registrado no mesmo período do ano passado (804.141). Os dados foram divulgados hoje (5), em São Paulo, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Em queda

As vendas de automóveis e veículos comerciais leves acusaram queda de 12,7% em junho, em comparação com junho do ano passado. Em relação a maio, o recuo foi de 10,16%. No acumulado do ano o declínio atingiu 16,89% em comparação ao mesmo período de 2021.

A comercialização de caminhões aumentou em junho com as vendas sendo 5,27% maiores do que em maio. Mas, com relação a junho do ano passado, houve queda de 2,10%. No acumulado do ano, a retração foi de 1,22%.

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Já as motocicletas tiveram elevação nas vendas de 13,27% em junho em comparação a junho de 2021. Em relação a maio de 2022, houve queda de 9,37%. No acumulado do ano, a comercialização de motocicletas teve alta de 23,07%.

“EBC”

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Dólar cai para R$ 5,16 ainda sob reflexo do Copom

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A perspectiva de que o Banco Central (BC) encerre a alta de juros no fim de setembro fez o dólar descolar-se do cenário internacional e cair fortemente nesta sexta-feira (5). A bolsa de valores foi beneficiada pela alta das commodities (bens primários com cotação internacional) e subiu pelo quarto dia seguido.

O dólar comercial encerrou esta sexta vendido a R$ 5,167, com recuo de R$ 0,054 (-1,03%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,27 por volta das 10h, mas a entrada de fluxos externos durante a tarde fez a moeda inverter o movimento e passar a cair.

Com o desempenho de hoje, o dólar fechou a semana praticamente estável, com queda de 0,07%. Na Em 2022, a divisa acumula queda de 7,26%. O euro comercial encerrou em R$ 5,26, com queda de 1,66% no dia e de 0,53% na semana.

Após a euforia dos últimos dias, o mercado de ações teve um dia mais moderado nesta sexta. O índice Ibovespa fechou aos 106.472 pontos, com alta de 0,55% e no maior nível desde 9 de junho. A bolsa brasileira foi beneficiada pela alta das commodities, que beneficiou ações de petroleiras e mineradoras, e pela divulgação de balanços de empresas que tiveram lucro maior que o esperado.

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A queda do dólar e alta da bolsa ocorreu apesar do cenário externo desfavorável. A divulgação de que a economia norte-americana gerou mais empregos que o esperado em julho adicionou pressões para que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) aumente os juros além do esperado.

Normalmente, a expectativa de juros altos em economias avançadas prejudica países emergentes. No entanto, o mercado financeiro brasileiro ainda está sob reflexo da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Na última quarta-feira (3), o órgão elevou a taxa Selic (juros básicos da economia) para 13,75% ao ano e indicou que pretende encerrar o ciclo de alta no próximo encontro, quando subirá a taxa para 14% ao ano.

Como os juros brasileiros continuam atrativos para os investidores internacionais, isso estimulou a entrada de dólares no país durante a tarde, empurrando a cotação para baixo. Na bolsa de valores, a expectativa de que os juros parem de subir favorece a compra de ações por investidores que preferem aplicar em ativos de maior risco.

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“EBC”

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