ECONOMIA
Valorização do Etanol: Anidro Registra Alta de 3,93% e Hidratado Avança 0,31%
ECONOMIA
Desempenho Positivo para os Preços do Etanol
Entre os dias 2 e 6 de dezembro, os preços do etanol anidro e hidratado apresentaram alta, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP. A maior valorização foi registrada pelo etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina. O litro foi comercializado pelas usinas a R$ 2,9291, um aumento de 3,93% em relação ao valor da semana anterior, que foi de R$ 2,8184.
O etanol hidratado, utilizado principalmente em veículos flex ou a álcool, também apresentou valorização, mas em um ritmo mais modesto. O preço do litro foi de R$ 2,6295, contra R$ 2,6215 da semana de 25 a 29 de novembro, uma alta de 0,31%.
Indicador Diário Paulínia
No Indicador Diário Paulínia, na sexta-feira (6), o etanol hidratado continuou sua trajetória de valorização, registrando o segundo dia consecutivo de alta. O preço foi de R$ 2.741,00 por metro cúbico, uma valorização de 0,29% em comparação com o preço de R$ 2.733,00 registrado na quinta-feira (5).
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


