Agências da Caixa abrem normalmente nesta segunda-feira e fecham no feriado; calendário de saques vai até o dia 19 de outubro
Saque do auxílio emergencial é liberado para nascidos em junho
ECONOMIA
Por R7
A sexta e penúltima parcela do auxílio emergencial pode ser sacada em espécie a partir desta segunda-feira (11) pelos beneficiários nascidos em junho. Os bancos abrem normalmente hoje e fecham nesta terça-feira, feriado de 12 de outubro.
Os recursos foram disponibilizados pela Caixa para o grupo no último dia 26 de setembro. Até então, o valor depositado na conta poupança digital apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas essenciais, boletos e realização de compras.
Além disso, os beneficiários também podem fazer transferências instantâneas entre bancos via Pix (exceto para contas de mesma titularidade).
O calendário de saque será retomado na quarta-feira (13), após o feriado de 12 de outubro, e vai até o dia 19. Já o pagamento em depósito da sétima e última parcela começará no dia 20 e prosseguirá até 31 de outubro, com resgate em dinheiro no período de 1º a 19 de novembro.
Os recursos foram disponibilizados pela Caixa para o grupo no último dia 26 de setembro. Até então, o valor depositado na conta poupança digital apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas essenciais, boletos e realização de compras.
Além disso, os beneficiários também podem fazer transferências instantâneas entre bancos via Pix (exceto para contas de mesma titularidade).
O calendário de saque será retomado na quarta-feira (13), após o feriado de 12 de outubro, e vai até o dia 19. Já o pagamento em depósito da sétima e última parcela começará no dia 20 e prosseguirá até 31 de outubro, com resgate em dinheiro no período de 1º a 19 de novembro.
Novo Bolsa Família
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender a população de baixa renda afetada pela pandemia. O benefício foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1.200 para mães chefes de família e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; mulheres chefes de família têm direito a R$ 375; e pessoas que moram sozinhas, R$ 150.
O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício. Em novembro, os beneficiários mais vulneráveis devem começar a receber o Auxílio Brasil, programa idealizado pelo governo Bolsonaro para substituir o Bolsa Família.
Saque da 6ª parcela
Nascidos em janeiro: 4/10
Nascidos em fevereiro e março: 5/10
Nascidos em abril: 6/10
Nascidos em maio: 8/10
Nascidos em junho: 11/10
Nascidos em julho: 13/10
Nascidos em agosto: 14/10
Nascidos em setembro: 15/10
Nascidos em outubro: 18/10
Nascidos em novembro e dezembro: 19/10
Depósito da 7ª parcela
Nascidos em janeiro: 20/10
Nascidos em fevereiro: 21/10
Nascidos em março: 22/10
Nascidos em abril: 23/10
Nascidos em maio: 23/10
Nascidos em junho: 26/10
Nascidos em julho: 27/10
Nascidos em agosto: 28/10
Nascidos em setembro: 29/10
Nascidos em outubro: 30/10
Nascidos em novembro: 30/10
Nascidos em dezembro: 31/10
Saque da 7ª parcela
Nascidos em janeiro: 1º/11
Nascidos em fevereiro: 3/11
Nascidos em março: 4/11
Nascidos em abril: 5/11
Nascidos em maio: 9/11
Nascidos em junho: 10/11
Nascidos em julho: 11/11
Nascidos em agosto: 12/11
Nascidos em setembro: 16/11
Nascidos em outubro: 17/11
Nascidos em novembro: 18/11
Nascidos em dezembro: 19/11
7ª parcela para o Bolsa Família
Final do NIS 1: 18/10
Final do NIS 2: 19/10
Final do NIS 3: 20/10
Final do NIS 4: 21/10
Final do NIS 5: 22/10
Final do NIS 6: 25/10
Final do NIS 7: 26/10
Final do NIS 8: 27/10
Final do NIS 9: 28/10
Final do NIS 0: 29/10
´R7`
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


