ECONOMIA
Real foi a moeda que mais cresceu no mercado econômico em janeiro de 2023
ECONOMIA
O real foi a moeda que mais cresceu no mercado econômico em janeiro de 2023, segundo levantamento do site especializado americano Bloomberg. A moeda brasileira teve um salto positivo de 4,1% em valorização em relação à moeda americana, no período de 19 de outubro de 2022 até a última quinta-feira, 2, alcançando uma valorização de R$ 0,23. Por outro lado, o dólar recuou de R$ 5,27 para R$ 5,04 no Brasil.

Imagem Reprodução Bloomberg.
Mudanças no Ministério da Fazenda e da Economia, além do novo mandato asssumido por Luiz Inácio Lula da Silva em 2023 tiveram influência na guinada da moeda do Brasil. Austália (+3,6), México (+3,5) e Coréia do Sul (+2,3) vem em seguida na lista, depois do país sulamericano.
Segundo o site Seu Crédito Digital, Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores, o real terá valorização neste terceiro mandato de Lula. No entanto, a princípio, no terceiro trimestre deste ano, o câmbio estará volátil.
Deste modo, Dessa forma, ao longo de 2023, a valorização do real frente ao dólar será moderada, de acordo com o avanço das metas fiscais e também da reforma tributária, prometida pela equipe econômica de Lula. Além disso, a valorização também depende do movimento da desvalorização da moeda norte-americana.
Entretanto, o Brasil apresenta vantagens para os próximos anos devido sua posição acerca do meio ambiente e relações exteriores. Ademais, o Brasil pode apresentar uma situação melhor do que outros países emergentes, como Rússia e Ucrânia, o que pode ajudar no processo de valorização da moeda.
“BT Mais”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


