Foram 3,24 milhões de barris por dia de petróleo
Produção de petróleo e gás natural registra recorde no mês de outubro
ECONOMIA
A produção de petróleo e gás natural no país registrou um recordo no mês de outubro. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atualizados hoje (18), foram 3,24 milhões de barris por dia de petróleo e 148,7 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural.

Considerando apenas a produção no pré-sal, houve um aumento de 4,75% na comparação com setembro. Do total nacional registrado em outubro, 75,18% corresponde ao pré-sal.
Os dados estão disponíveis no painel dinâmico da produtividade do setor mantido pela ANP. Segundo nota divulgada pela agência, a produção foi impulsionada pela produção das plataformas P-77, FPSO Guanabara e FPSO Pioneiro de Libra.
Também foi destacado pela ANP o aumento de 18% da produção nos contratos o regime de partilha, que atingiu 995,2 mil barris por dia e representou 23,8% do total nacional. Conforme a legislação em vigor, no regime de partilha, a Petrobras pode exercer a preferência para atuar como operadora dos blocos a serem contratados. Nesse caso, a participação da estatal no consórcio não pode ser inferior a 30%.
“EBC”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


