ECONOMIA
Preços do Suíno Registram Máximas Nominais em Novembro
ECONOMIA
Demanda doméstica e externa impulsionam o mercado de suínos no início do mês
Os preços do suíno vivo e da carne suína experimentaram uma forte valorização no início de novembro, alcançando as máximas nominais das séries históricas do Cepea. Os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os preços do animal, iniciados em 2022, e da carcaça, que são acompanhados desde 2009, atingiram patamares recordes.
Segundo os pesquisadores do Cepea, o principal fator por trás dessa alta é a maior demanda interna, comum neste período do mês, quando ocorre o pagamento dos salários. Além disso, a procura externa pela carne suína continua aquecida, o que tem motivado a indústria a intensificar a busca por novos lotes de animais, especialmente aqueles com peso ideal para o abate.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


