ECONOMIA
Preços do Milho em Mato Grosso Sobem 16% em Relação a Setembro de 2023
ECONOMIA
Fatores de alta incluem demanda aquecida e diminuição da oferta na safra 2023/2024
O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou um relatório que apresenta atualizações relevantes sobre a safra de milho no estado. O levantamento indica que o preço do milho disponível no Mato Grosso apresentou valorização ao longo do mês, encontrando-se em patamar superior tanto em comparação à mesma semana do mês passado quanto ao mesmo período do ano anterior.
Na última semana de coleta de dados, entre os dias 16 e 20 de setembro, a média do preço da saca de milho fechou em R$ 41,52, refletindo uma alta de 7,09% em relação à semana correspondente do mês passado (entre 19 e 23 de agosto). Segundo o Imea, essa elevação é atribuída à demanda aquecida no estado e à estabilidade do dólar durante esse período.
Ao considerar o mesmo intervalo do ano anterior, o preço do milho no estado apresenta um aumento de 16,04%, visto que em setembro de 2023 a saca era cotada a R$ 35,78. O relatório destaca que essa valorização anual do cereal é, em grande parte, resultado da diminuição da oferta em Mato Grosso na safra 2023/2024 em comparação ao ciclo anterior, 2022/2023.
Os técnicos do Imea concluem que, nas semanas seguintes, o que deve continuar a influenciar as cotações no mercado interno mato-grossense é a demanda, tanto interna quanto externa.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


