ECONOMIA
Preços do Etanol Registram Queda em Marcha Contínua; Etanol Anidro Tem Desvalorização de 3,52%
ECONOMIA
Análise do mercado de etanol entre 24 e 28 de março
Entre os dias 24 e 28 de março, o mercado de etanol apresentou desvalorização tanto para o etanol anidro quanto para o etanol hidratado, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP. O etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, registrou a maior queda da semana, com uma desvalorização de 3,52%. O litro foi comercializado a R$ 3,0782, contra R$ 3,1906 na semana anterior, marcando a quarta semana consecutiva de retração neste indicador.
Por sua vez, o etanol hidratado, utilizado em veículos flex e originalmente a álcool, também seguiu a tendência de queda, com o preço do litro diminuindo 0,94% na semana. Na última semana, o produto foi negociado a R$ 2,7314, enquanto no período de 17 a 21 de março o valor era de R$ 2,7572. O etanol hidratado registrou a última alta entre 24 e 28 de fevereiro, quando seu preço foi de R$ 2,8524 por litro.
Indicador Diário Paulínia: Reversão Parcial na Sexta-feira
No fechamento da semana, a sexta-feira (28) trouxe uma leve alta nos preços do etanol hidratado, conforme o Indicador Diário Paulínia. Após cinco dias consecutivos de queda, o etanol foi comercializado a R$ 2.829,00 por metro cúbico, representando uma valorização de 0,16% em relação ao dia anterior, quando o preço era de R$ 2.824,50.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


