ECONOMIA
Preços do Arroz Apontam para Estabilidade, com Mercado Atento ao Dólar e Leilões do Governo
ECONOMIA
Mercado de arroz no Rio Grande do Sul mantém estabilidade; quedas nas importações e exportações são observadas
As últimas pesquisas do Cepea indicam que os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul têm se mantido estáveis nos últimos dias. No entanto, o mercado permanece atento à valorização do dólar e aos leilões de opção de venda realizados pelo Governo, que têm influenciado as negociações. O mais recente leilão apresentou uma demanda baixa, sugerindo que os preços dos contratos ofertados ainda são vistos como inferiores pelas partes envolvidas.
No que diz respeito ao comércio internacional, dados da Secex, analisados pelo Cepea, revelam que, em novembro, as importações brasileiras de arroz em casca caíram para 74,76 mil toneladas. Esse volume representa uma queda expressiva de 38,1% em comparação ao mês anterior e é o menor volume registrado desde fevereiro de 2022. Já as exportações também apresentaram redução no mesmo mês, totalizando 111,79 mil toneladas de arroz em casca equivalente, uma diminuição de 8,98% em relação a outubro e de 20,1% em comparação com o mesmo período de 2023. Esse é o menor volume embarcado desde junho de 2024.
“ Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


