ECONOMIA
Preços da Arroba de Boi: Diferença entre São Paulo e Outras Regiões se Reduz
ECONOMIA
Valor da Arroba em Estados como Mato Grosso do Sul se Aproxima de Níveis Paulistas, Aponta Cepea
A diferença de preços da arroba de boi entre o estado de São Paulo e outras regiões monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) tem se reduzido significativamente. Recentemente, o Cepea tem observado, inclusive, negócios fora de São Paulo sendo fechados a valores superiores aos praticados no mercado paulista.
De acordo com pesquisadores do Cepea, essa dinâmica ocorre porque muitos frigoríficos paulistas têm se afastado das negociações diárias, devido ao fato de já possuírem estoque de animais provenientes de confinamentos adquiridos antecipadamente. Em contrapartida, indústrias de outros estados ainda estão ativas no mercado de balcão, buscando preencher suas escalas de abate.
A diminuição mais expressiva na diferença de preços em relação à média paulista (Indicador CEPEA/B3) foi observada em Mato Grosso do Sul. Em agosto, o diferencial está em apenas R$ 6,18 por arroba, o que representa uma queda de 63% em comparação à média registrada de janeiro a julho deste ano. Desde outubro de 2021, a diferença de preços entre São Paulo e Mato Grosso do Sul não ficava tão próxima, na casa dos R$ 6 por arroba.
“Agência Brasil”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


