ECONOMIA
Preço do milho avança 3,8% em Mato Grosso e alcança R$ 61,08 por saca
ECONOMIA
Oferta reduzida e comercialização acelerada sustentam valorização do cereal
O preço do milho disponível em Mato Grosso registrou nova alta na semana de 21 de fevereiro, atingindo R$ 61,08 por saca. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o valor representa um avanço de 3,8% em relação à semana anterior e um incremento de 14,15% na comparação com o mesmo período de janeiro de 2025.
A valorização do cereal é reflexo da menor disponibilidade no estado, influenciada pela redução na produção da safra 2023/24 e pelo ritmo acelerado de comercialização, que já está 5,33 pontos percentuais acima do registrado na temporada anterior. Com esse cenário, a saca acumula valorização de 64,11% em relação ao mesmo período de 2024.
Historicamente, os preços do milho tendem a se manter elevados durante a entressafra, tendência reforçada pela combinação de oferta restrita e demanda aquecida. Diante desse contexto, as cotações devem seguir firmes no curto prazo.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


