ECONOMIA
Preço do frango ao consumidor permanece estável e fecha primeiro semestre com menor valor de 2024
ECONOMIA
Frango registrado como o único item da cesta básica a manter preço constante em junho
No relatório mensal do PROCON-SP referente aos preços dos produtos integrantes da cesta básica paulistana em junho de 2024, dois fatos chamam a atenção em relação ao frango abatido.
Primeiro, o frango foi o único (entre cerca de 40 alimentos, produtos de limpeza e de higiene pessoal listados) a registrar variação mensal de preço igual a “zero”: os R$10,77/kg alcançados em maio permaneceram inalterados também em junho e, assim, registraram no bimestre o menor valor de 2024.
Segundo, o frango aparece listado entre os únicos seis produtos com aumento anual superior a dois dígitos. Ou seja: enquanto todos os demais produtos registraram variação próxima (abaixo ou acima) da inflação acumulada em 12 meses (4,23%), o frango aumentou quase 13%, passando de R$9,54/kg em junho de 2023 para os R$10,77/kg deste ano.
Neste caso não se esclarece que em junho de 2023 o preço do frango abatido caiu ao menor patamar em 24 meses, retornando então a valores (nominais) de meados de 2021. Da mesma forma, não se comenta que, ao preço mais recente (R$10,77/kg) o frango ainda se encontra 10% mais barato que em junho de 2022 (R$11,99/kg). Isto, frente a uma inflação (IPCA) que registra, em dois anos, variação já superior a 7,5%.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


