ECONOMIA
Preço do Etanol em Alta no Mercado Paulista Impulsionado pela Demanda e Expectativa de Mudança no ICMS
ECONOMIA
Mercado registra aumento nas cotações, com vendedores firmes e perspectiva de maior liquidez nas vendas de hidratado
Os preços dos etanóis no mercado paulista seguem em tendência de alta, à medida que o primeiro mês da entressafra de cana-de-açúcar se aproxima do fim. De acordo com dados do Cepea, o aumento é impulsionado pela combinação de uma demanda aquecida e pela postura firme dos vendedores.
Muitos produtores aguardam com otimismo a elevação do ICMS da gasolina C, prevista para o dia 1º de fevereiro, uma mudança que pode trazer maior liquidez para as vendas do etanol hidratado. Em resposta, algumas distribuidoras já anteciparam as compras, segundo informações do Cepea.
Entre os dias 20 e 24 de janeiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou preço de R$ 2,8141 por litro, com alta de 0,86% em relação à semana anterior. No caso do etanol anidro, o indicador foi de R$ 3,2074 por litro, o que representa uma elevação de 2,28% no mesmo período.
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ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


