ECONOMIA
Preço da gasolina chega a quase R$ 9; confira onde está mais caro
ECONOMIA
O preço do litro da gasolina comum chegou a registrar R$ 8,999 no Brasil, durante os dias 1º a 7 de maio. O valor foi encontrado em um posto na cidade de Tubarão (SC).
O levantamento foi divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Por outro lado, o preço mais baixo do combustível foi localizado em Presidente Venceslau (SP), por R$ 6,199.
O valor médio do litro da gasolina comercializado no Brasil ficou em R$ 7,295. Na semana anterior, o preço médio estava em R$ 7,283.
Etanol
O etanol apresentou o valor médio de R$ 5,441 na primeira semana de maio, com variação entre R$ 4,200 e 7,899.
“MSN”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


