ECONOMIA
PIB do Brasil empata com o da China e fica acima da média da OCDE; veja ranking
ECONOMIA
O indicador brasileiro, divulgado nesta terça-feira (3/12), mostrou que a economia registrou um avanço de 0,9% no terceiro trimestre. País ocupa sexto lugar no ranking, empatado também com Israel
De acordo com dados do fórum econômico, 30 economias apresentaram crescimento, uma estabilidade e cinco com retração, na comparação com o trimestre anterior. O Brasil ocupa o sexto lugar no ranking de países com maior crescimento no período, empatado com Israel e China.
No topo do ranking estão Dinamarca, Indonésia, Índia, Lituânia e México, com crescimento acima de 1%. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, registrou alta de 0,7% no trimestre.
Entre as retrações estão Suécia, Turquia, Letônia, Hungria e por último Noruega, que apresentou o pior desempenho, com uma queda de 1,8%.
Confira o ranking
Dinamarca: 1,2%
Indonésia: 1,2%
Índia: 1,1%
Lituânia: 1,1%
México: 1,1%
Israel: 0,9%
China: 0,9%
Brasil: 0,9%
Espanha: 0,8%
Holanda: 0,8%
Arábia Saudita: 0,8%
Estados Unidos: 0,7%
Chile: 0,7%
Costa Rica: 0,6%
Finlândia: 0,4%
Suíça: 0,4%
França: 0,4%
Eslovênia: 0,3%
República Tcheca: 0,3%
Eslováquia: 0,3%
Áustria: 0,3%
Canadá: 0,3%
Japão: 0,2%
Portugal: 0,2%
Colômbia: 0,2%
Bélgica: 0,2%
Reino Unido: 0,1%
Coreia do Sul: 0,1%
Alemanha: 0,1%
Estônia: 0,1%
Itália: 0,0%
Suécia: -0,1%
Turquia: -0,2%
Letônia: -0,4%
Hungria: -0,7%
Noruega: -1,8%
“CB”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


