ECONOMIA
Piauí Avança na Produção de Etanol de Milho com o Projeto Nordeste Bioenergia
ECONOMIA
Iniciativa Promete Revolucionar a Matriz Energética e Estimular a Economia Local
O Projeto Nordeste Bioenergia está prestes a marcar um avanço significativo na produção de etanol de milho no Piauí, recebendo recentemente a Licença Prévia (LP) da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). A aprovação representa um passo crucial para a implantação da usina em Baixa Grande do Ribeiro, prometendo um impacto substancial no estado.
O etanol de milho, um biocombustível renovável, tem o potencial de tornar a matriz energética brasileira mais sustentável, ao mesmo tempo em que o plantio de milho surge como uma alternativa viável durante a entressafra da soja. A nova usina terá uma capacidade de produção estimada em 222.337,50 m³ de etanol por ano.
Além dos benefícios ambientais, o projeto é um importante motor para a economia local. Durante a construção da usina, serão gerados até 750 empregos temporários e, uma vez em operação, 150 empregos permanentes.
Daniel Guimarães, auditor fiscal ambiental e diretor de licenciamento ambiental da Semarh, destacou o empenho da equipe da Secretaria em garantir que o projeto adote medidas eficazes de mitigação dos impactos ambientais. “Estamos comprometidos em equilibrar a inovação com a responsabilidade ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Piauí”, afirmou Guimarães.
O Projeto Nordeste Bioenergia não só representa um avanço no setor de biocombustíveis, mas também reforça o compromisso com a preservação ambiental e o crescimento econômico local.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


