ECONOMIA
Olha o Gáaas! : Em enquete realizada pelo TV Notícias com consumidores de gás de cozinha de diferentes pontos do Brasil, MT lidera em preços altos
A diferença de preços é gritante
ECONOMIA
Por: Joel Teixeira
A Petrobrás informou que o preço do gás de cozinha aumenta 6,9% a partir de hoje, (26), segundo a companhia o reajuste é devido a variação dos preços no mercado internacional, durante o mês de Agosto. O aumento é aplicado somente para o gás GLP que é de consumo residencial com botijões de 13 Kg.
O comunicado
"Considerando que o mercado de GLP ao longo do mês de agosto continuou mostrando-se pressionado por baixos estoques e que a proximidade do inverno no Hemisfério Norte aumenta a demanda pelo produto, o Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras decidiu por um reajuste de 6,9%, em média."
O TV Notícias fez uma enquete sobre os valores do gás GLP em minha página do Facebook (jornalista Joel Teixeira). Consumidores de diferentes partes do Brasil, participaram e o levantamento foi de diferença de valores de até 60%. O mais caro foi registrado em Colíder, Norte de Mato Grosso a 648 km de Cuiabá, o consumidor chegou a pagar R$ 130,00 pela carga de 13 kg. O preço mais barato foi registrado em São Paulo-SP, onde o consumidor pagou R$ 45,00 pela carga padrão de 13 kg. Os valores mais acentuados foram registrados no Mato Grosso, onde os consumidores afirmaram terem pago de R$ 75,00 a R$ 130,00 o botijão de gás. Em Juazeirinho Paraíba, distante 2.740,6 Km de São Paulo-SP o botijão de gás de 13 kg custa R$ 50,00 enquanto na maior metrópole brasileira o valor mais barato é de R$ 45,00. A região Sul, registra preços de R$ 50,00 a R$ 85,00, já o Centro-Oeste tem os registros mais caros, no Mato Grosso do Sul, São Gabriel do Oeste consumidores pagam em média R$ 90,00, já em Ponta Porã chega a R$ 72,00.
Na enquete, 90 pessoas do Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste participaram.
A explicação
A nossa reportagem entrou em contato com a Petrobrás e a explicação dada pelos técnicos em abastecimento de GLP é que os preços variam de um Estado para o outro, devido a fatores de logísticas, depende muito dos pontos de distribuição e caminhos para se chegar aos locais de revenda. Outro fator pode ser a especulação comercial.
Veja listas de participantes de diferentes locais no país e variações de preços:


ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


