ECONOMIA
Mercado de Suínos: Carcaça Suína Especial Tem Queda de 0,77% em São Paulo
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Desvalorização de preços atinge as principais regiões produtoras nesta segunda-feira (10)
Nesta segunda-feira, 10 de março, o mercado da suinocultura registrou uma movimentação negativa nas principais regiões acompanhadas pelo Notícias Agrícolas. Segundo dados da Scot Consultoria, a cotação da carcaça suína especial sofreu uma desvalorização de 0,77%, sendo negociada a R$ 12,90 por quilo.
O preço médio da arroba do suíno CIF apresentou uma queda de 1,18%, com a negociação atingindo R$ 168,00 por arroba.
Em levantamento realizado pelo Cepea na última sexta-feira, 7 de março, o Indicador do Suíno Vivo em Minas Gerais sofreu uma retração de 1,36%, alcançando R$ 8,71 por quilo. No Paraná, o preço do suíno recuou 0,35%, estabelecendo-se em R$ 8,59 por quilo. Já no Rio Grande do Sul, o valor foi de R$ 8,46 por quilo, com queda de 0,70%. Em São Paulo, a cotação ficou próxima de R$ 9,00 por quilo, com um ligeiro recuo de 0,22%. Em Santa Catarina, o preço do animal teve uma desvalorização de 1,53%, sendo comercializado a R$ 8,38 por quilo.
“portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


