ECONOMIA
Mercado de Algodão: Preço se Recupera em Junho, Após Três Meses de Queda
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Após um período de três meses de queda, o preço do algodão em pluma registrou uma reação significativa em junho, conforme apontam pesquisadores do Cepea. A alta foi impulsionada pela postura firme dos vendedores e por uma maior demanda, mesmo que de forma pontual. No fechamento do mês, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 1,72%, atingindo R$ 3,9697 por libra-peso em 28 de junho. A média mensal fechou em R$ 3,9317 por lp, representando um aumento de 1,94% em relação a maio/24, mas ainda 3,29% abaixo de junho/23, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de maio/24).
Os pesquisadores do Cepea explicam que a oferta de algodão no mercado spot continua restrita devido ao encerramento da temporada 2022/23 e à chegada pontual de novos lotes da safra 2023/24. Em relação à demanda, alguns compradores estão buscando adquirir novos lotes, chegando até a oferecer valores acima do mercado para atrair vendedores. Por outro lado, outras indústrias estão bem abastecidas ou tentam adquirir a pluma a preços mais baixos, conforme observado pelos pesquisadores do Cepea. Comerciantes estão realizando negócios estratégicos e/ou comprando para cumprir contratos previamente estabelecidos.
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Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


