Média nacional do índice subiu de 0,02% para 0,69% em outubro
IPC-S tem inflação em sete capitais pesquisadas pela FGV
ECONOMIA
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve inflação nas sete capitais pesquisadas em outubro pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em todos os locais, houve aumento na comparação com setembro.

A maior alta ocorreu no Recife (1,30 ponto percentual (pp), ao passar de 0,37% em setembro para 1,67% em outubro). Em Porto Alegre, houve alta de um pp, ao sair de uma deflação (queda de preços) de 0,29% em setembro para uma inflação de 0,29% no mês seguinte.
Outras cidades que tiveram deflação em setembro e inflação em outubro foram Belo Horizonte (subiu 0,39 pp, indo de -0,02% para 0,37%) e São Paulo (alta de 0,63 pp. Foi de -0,08% para 0,55%).
Altas
Nas demais cidades, inflação apresentou as seguintes altas: Brasília (0,84 pp, ao passar de 0,20% para 1,04%), Rio de Janeiro (0,43 ponto percentual. Foi de 0,19% para 0,62%) e Salvador (0,20 ponto percentual, subiu de 0,33% para 0,53%).
A média nacional do IPC-S, divulgada na última terça-feira (1º), subiu de 0,02% em setembro para 0,69% em outubro.
“EBC”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


