Falta de recursos pode fazer com que o INSS paralise todas as atividades a partir desta quarta-feira (7), falta de recursos pode inviabilizar até mesmo o pagamento dos benefícios de dezembro
INSS alerta PARALISAÇÃO, aposentados podem ficar SEM receber este mês
ECONOMIA
As atividades do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devem ser suspensas a partir desta quarta-feira (7), conforme alertou o órgão ao governo federal.
O motivo da paralisação será referente aos bloqueios orçamentários, através de um ofício do INSS enviado ao secretário de Orçamento Federal do Ministério da Economia, Ariosto Antunes, o órgão afirma que a falta de recursos causará graves prejuízos para o funcionamento da autarquia.
O INSS afirma que “a falta dos recursos causará grave prejuízo ao funcionamento desta Autarquia, ocasionando suspensões de contratos, a partir da próxima quarta-feira, dia 07/12/2022, bem como deslocamentos de servidores de forma imediata, impactando, consequentemente, no atendimento à população e na prestação dos serviços essenciais do INSS”.
Paralisação das atividades do INSS
Caso o alerta enviado pelo INSS ao governo se concretize, poderemos ter o fechamento das agências, bem como a suspensão das perícias médicas marcas, assim como o atraso nos pagamentos do INSS.
O ofício em questão foi assinado por Guilherme Gastaldello, atual presidente do INSS, além disso, o mesmo acabou sendo encaminhado para à Secretaria do Orçamento na última sexta (2), logo, o governo já tem conhecimento da situação do órgão.
A situação acabou sendo descrita como “fim do mundo”, ou ainda como desligamento das operações.
Vale lembrar que já faz certo tempo que o INSS vem solicitando recomposição orçamentária, tendo em vista que o órgão já vem alertando as dificuldades em realizar o pagamento das aposentadorias de dezembro.
“Jornal Contabil”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


