Índice Nacional de Custo da Construção subiu para 0,36%
IGP-10 tem inflação de 0,36% em dezembro
ECONOMIA
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou inflação de 0,36% em dezembro deste ano. Em novembro, houve deflação (queda de preços) de 0,59%. Segundo informou, hoje (15), no Rio de Janeiro, a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado de dezembro, o IGP-10 acumula inflação de 6,08% em 12 meses.

Em dezembro de 2021, houve deflação de 0,14% no mês, com uma inflação acumulada de 17,30% em 12 meses.
A alta de 0,95 ponto percentual de novembro para dezembro deste ano foi puxada pelos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede este segmento, passou de uma deflação de 0,98% em novembro para 0,31% em dezembro.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também teve alta, indo de uma inflação de 0,19% em novembro para 0,36% em dezembro.
E o Índice Nacional de Preços (IPC), que mede o varejo, teve queda na inflação, ao sair de 0,67% em novembro para 0,58% em dezembro.
O IGP-10 é calculado com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
“EBC”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


