ECONOMIA
Horário de verão poderá acabar definitivamente em 2017
O presidente Temer pode decidir por decreto
ECONOMIA
O Ministério de Minas e Energia (MME) afirmou nesta quarta-feira (20) que o governo federal está em fase final de análise para decretar se o horário de verão será ou não finalizado já em 2017. Segundo informações da Gazeta do Povo, a pauta foi encaminhada pelo MME para a Casa Civil da Presidência da República e está sendo acompanhada pelo presidente Michel Temer (PMDB).
O governo levará em consideração se o fim do horário do verão afetará o costume e a cultura do brasileiro, já que defensores da política argumentam que esticar o dia com uma hora a mais traz benefícios para o turismo. 22/09/2017 Fim do horário de verão? Governo federal deve terminar análise e política pode acabar já em 2017. De acordo com pesquisas feitas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), houve, nos últimos anos, pouca redução na necessidade de energia elétrica com a vigência da política pública.
A característica de consumo foi alterada e o período do meio da tarde passou a figurar como o pico de gastos, em função da demanda das residências e empresas. “Os resultados dos estudos convergiram para a constatação de que a adoção desta política pública atualmente traz resultados próximos à neutralidade para o consumidor brasileiro de energia elétrica, tanto em relação à economia de energia, quanto para a redução da demanda máxima do sistema”, disse o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) após reunião no início de agosto. Caso decida acabar com o horário de verão no Brasil, Temer poderá fazê-lo publicando um decreto presidencial, que não necessita de tramitação no Congresso Nacional. No entanto, o tempo para a definição sobre o fim da famigerada política está quase acabando.
O governo federal tem menos de um mês para a tomada de decisão, já que, segundo a legislação vigente, os relógios nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser adiantados em uma hora sempre "no terceiro domingo do mês de outubro de cada ano". Em 2017, a data em questão será no dia 15 de outubro. O fim do horário de verão no período 2017/2018 está marcado para 17 de Fevereiro de 2018.
TV Notícias com Gazeta do Povo
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


